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Blog para apresentação de textos e desenvolvimento de práticas relacionadas à produção, manipulação, seleção, gerenciamento e divulgação de trabalhos de confecção de textos dos alunos e alunas e/ou dos materiais, projetos e pesquisas produzidos pelo Professor Dr. Erivelto Reis, mediador, orientador e coordenador das atividades desenvolvidas no Blog, que tem um caráter experimental. Esse Blog poderá conter textos em fase de confecção, em produção parcial, em processo de revisão e/ou postados por alunos em fase de adaptação à seleção de conteúdo ou produção de textos literários.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Quando as crianças chegaram em casa, avisaram seus pais que viram um homem muito estranho saindo do cimitério fumando cigarro,no dia seguinte os pais e as crianças fizeram uma busca  para ver se encontrariam algo. Foi quando derrepente ouviram gritos de uma mulher que estava presa pelas grades, eles conseguiram salvar a mulher que estava suja e faminta.

Enviado por : Anderson Barros-BSI- 2 periodo

Publicado por Ionára 4° Período de Letras/Literaturas

PÔR DO SOL
Após os gritos cessarem, Ricardo desceu a ladeira com a convicção do dever cumprido e sentindo-se aliviado por conseguir vingar-se de um amor não correspondido. Logo abaixo na subida da ladeira, as crianças que antes brincavam, estavam sentadas esperando a hora de voltar para suas casas, porém estavam atentas para o fato de que o homem que desceu a ladeira havia subido acompanhado de uma bela moça e ela não havia descido com ele. Curiosas, combinaram que na manhã seguinte subiriam para ver o que teria acontecido. No outro dia, a surpresa, encontraram a moça presa e muito debilitada. Resolveram buscar ajuda, procuraram seus pais e contaram o que havia acontecido, os pais reunidos subiram juntos com os seus filhos e com um pé- de- cabra arrombaram a fechadura da velha porta e carregando a moça nos braços a levaram para a casa de uma das crianças, onde recebeu alimento e descansou até poder voltar para casa.      

Enviado por: Márcia Côsso Dias- 1º período (Espanhol).

Publicado por Ionára 4° Período de Letras/Literaturas

Segue a continuação do conto "Venha Ver O Pôr Do Sol". 

"Enquanto Ricardo se afastava do cemitério, nada mais lhe passou pela cabeça. Caminhou como

 se sua mente não se fizesse presente em seu corpo, até que finalmente, depois de tanto
 vaguear, chegou em seu apartamento. Fez suas tarefas como de costume e deitou-se.
Somente alí em seu leito, seus pensamentos voltaram a si. Imaginou como Raquel estaria, mas
 logo esqueceu-se, imaginando que, o que havia feito era correto. Pegou no sono. Durante a noite teve
 pesadelos medonhos, ouviu os gritos de Raquel, e no susto tão imenso, dispertou e pensou no
 amor egoísta que o havia levado a fazer aquilo.
Logo se vestiu e correu em direção ao cemitério. Chegando a capelinha, encontrou Raquel
 caída ao chão. Abriu o cadeado e correu para pegá-la em seus braços. Sua respiração estava
 fraca. Abriu os olhos por um instante e disse a Ricardo:
- Obrigada por ter me mostrado este lindo pôr do sol.
E calou-se, definitivamente. Dos olhos de Ricardo uma lágrima de alegria e tristeza escorreu."

Enviado por:  Monique Da Silva Menezes - Letras - Português-Espanhol.

Publicado por Ionára 4° Período de Letras/Literaturas
Ricardo, passa próximas as crianças e sorrir para uma delas que o encara, lembrando que aquele moço outrora, estava acompanhado por uma moça de salto e roupas finas. Raquel grita por Ricardo e ao mesmo tempo confusa tenta entender o que esta acontecendo. Porque ele fez isso com ela seria alguma brincadeira... “Sim, sim ele vai voltar” dizia ela... “Aquele cretino, idiota não! Não pode ser louco de me deixar aqui!” esbraveja com lagrimas nos olhos. Ele me ama sempre me amou... Não pode me deixar aqui! Ela olha ao seu redor naquele lugar silencioso, frio e sombrio. Tenta encontrar uma maneira de sair dali. Olha para um resquio de luz e observa a luz do Sol indo embora se apagando aos poucos. O desejo de sair logo dali se mistura com a raiva e o medo de Ricardo não voltar e ela ficar ali para sempre. Não, não isso não pode acontecer. Logo meu marido dará falta de mim e virá me procurar. Por favor, Deus me tira daqui! Porque ele fez isso comigo?”. Começa a escurecer e a angustia começa a deixar Raquel em pânico juntamente com o barulho das arvores e do vento que fazem Raquel, estremecer da cabeça aos pés pensando no que pode sair daquele lugar. Quem sabe algum animal, ou quem sabe, alma penada... "Aí não! Não vou pensar nisso. Enxugando o rosto com seu lenço. Ela começa lembrar o que pode ter feito para que Ricardo lhe fizesse tão mal. Raquel lembra que o amava sim, mas não o suficiente para deixar as mordomias e sua vida de luxo. Ela ainda se encontrava com Ricardo, mas não era a mesma coisa. Ela achava que era melhor do que ele, ambiciosa, esnobe, prepotente. Todos os momentos eram para brincadeiras, prazeres e nada mais. Enquanto ele tinha dinheiro ela o procurava, para satisfazer seus caprichos e desejo depois que ele perdeu o que tinha ela o abandonou e nunca mais o procurou. Mas ela ainda pensava nele, tanto que gostou quando ele reapareceu. “Ele me chamou aqui para conversamos, ele disse que me amava, eu até gostei da idéia de voltarmos a nos encontrar. Foi por isso que eu vim, eu acreditei nele MALDITO!” Raquel certa de que ele pode não voltar começa a pedir socorro, mas em vão quem poderia está num lugar daquele à uma hora dessas? Mesmo assim ela continuava a pedir por socorro, pode ser que alguém ouça. "Socorro, socorro! Mas Só o que ela ouve é o eco dela mesma. A noite demora a passar e a coitada fica cada vez mais exaltar, mas com todo o cansaço ela acaba adormecendo ali. Naquele lugar sujo e frio. Amanhece o dia e Raquel ouve alguns passos. Será Ricardo que voltou? Ela fica com receio e espera. Mas quando sente que os passos ficam distantes. Raquel começa a gritar por ajuda e socorro. E alguém entra na capelinha e encontra Raquel que desesperada e confusa pede para que tire ela dali. “Meus Deus obrigada, obrigada! disse ela aliviada. A criança acabou contando o ocorrido para os pais que viu um casal indo em direção ao cemitério abandonado e o moço voltou sozinho. O estranho é que a moça não era dali ela usava roupas finas e salto alto (o que era incomum por aqueles lados) Os pais da criança desconfiaram foram atrás acabaram ouvindo os gritos de Raquel. Dias depois ela está em sua casa e recebe uma telegrama anônimo. Quem seria? Ela Abre lê as primeiras linhas e chora. Era Ricardo, informando que agora sim ela sentia exatamente o que ele sentiu quando ela o abandonou.  Como se ele estivesse sido enterrado vivo, esquecido como um morto. Raquel chora vai sua janela e fica admirando o pôr do Sol, imagina que jamais poderia avistar novamente aquele momento. Ela se debruça na janela e chora compulsivamente. FIM


Envaiado por: Amanda Pereira das Graças 1º  período 
Letras/Literatura.


Publicado por: Ionára 4° Período de Letras/Literaturas

E ali Raquel ficou apavorada com aquela situação e foram passando os dias chuvosos e frios, ela sem alimentos só molhava os lábios com o pingo de água que caia da fresta daquela capelinha e ali com um pouco de força que ainda restava a ela continuava gritando e assim foi passando o tempo.
Depois de ficar quatro dias gritando e se esforçando para chamar a atenção de alguém, ela finalmente conseguiu aquelas crianças que brincavam longe dali ouvirão mais algumas crianças não quiseram adentrada o cemitério, pois tinha muito medo do que poderia acontecer, mais somente uma criança continuou sua caminhada Emanuel  e ali ele ia andando naquele cemitério com muito medo pisando em crânios e ossos que estavam  fora do seus túmulos,mais Emanuel está com muito medo mais a medida que ele pensava em desistir ele ouvia aqueles gritos cada vez mais forte e aquilo despertava nele curiosidade muito forte a medida de que ele se aproximava daquela capela o grito ficava mais intenso,depois de tanto caminhar ele conseguiu chegar ali naquela capelinha,mais ele já não ouvia mais os gritos de Raquel.
Que estava deitada no fundo daquela capela sem força por que ela gastou todas as que tinham gritando, quando Emanuel chegou ficou espantado com aquela capela completamente horrível. Olhou entre aquelas grades velha e enferrujadas e avistou Raquel lá no fundo deitada e desfalecida ele ficou desesperado e começou a gritar moças, moça levanta e fez isso por dezenas de vezes e Raquel não levantava mais de repente aquela mulher se mexeu e Emanuel ficou esperançoso e aumentou seu tom de voz mais ainda. Raquel se levantou daquele chão gelado e sujo com as poucas forças que ainda tinha, foi até a portinhola e falou me tire daqui, por favor, Emanuel não sabia o que fazer tentou de varias maneiras mais não conseguiu abrir aquela porta, pois estava com fechadura nova.
  Então falou Emanuel para Raquel me aguarde, pois irei busca ajuda e Raquel falou não me deixe aqui sozinha, por favor, e ele a prometeu e volta para lhe busca.
E Emanuel saiu correndo dentro daquele cemitério como um louco, chegando à cidade contou a história a seus pais, imediatamente eles acionarão a policial local.
E Emanuel conduziu a policia até o lugar que Raquel estava pressa, os policias muito assustado, pois se tratava de um cemitério, e andando pelo o cemitério eles perguntava um ao outro como alguém tem coragem de fazer tal coisa.
E depois de muito caminhar chegaram naquela capelinha e ali resgatarão Raquel. Que falou foi o grande amor da minha vida que fez isso comigo, e ali os policiais sairão à procura de Ricardo por todo vilarejo e o encontram peregrinando como um morador de rua conseguirão capturá-lo, e Ricardo foi preso.



Enviado por: Wallace Q. Porfírio Curso: Geografia 1º período 

Publicado por Ionára 4° Período de Letras/Literaturas

O Por do Sol
... À partir do momento em que o leque surgiu em seus olhos, com um sorriso cínico em seus lábios, mostrando a ela que seu refinamento e o seu dinheiro naquele momento não serviria de nada, não tiraria ela daquela situação, de estar no cemitério, presa junto aos mortos. Raquel ao perceber que estava ficando sozinha naquele lugar, que nem seus gritos medonhos e enlouquecedores a tirariam dali, começou a desfalecer e desmaiou, quando ela acordou percebeu que não era um sonho, era realidade, ela realmente estava naquele lugar, no escuro, sozinha, pensou jamais sair de lá, que ficaria presa no cemitério até alguém aparecer para tira- lá de lá, mas como era um cemitério, qual seria o louco que passearia por lá, além dela e de seu amante, que largara ela naquele lugar medonho, por saber que ele nunca mais teria o amor de Raquel. Mas para a surpresa dele, no dia seguinte ele voltou no mesmo horário, ao pôr do sol para retirá-la de lá e viu que era tarde demais, pois ela tinha morrido naquela noite, morrido de desespero por saber que jamais sairia dali. Ao perceber que tinha perdido o seu grande amor ele se trancou e esperou a morte ao lado de sua amada.



Enviado por:  Gleice Kelly Pires

Publicado por: Ionára 4° Período de Letras/Literaturas

 



segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Depoimento de Natália Coelho Chaves - Aluna do Curso de Letras que acabou de tomar posse como professora municipal em Itaguaí

Minha vida, meu sonho.
 Natália Coelho Chaves
Meu nome é Natália Coelho Chaves, estou no 6° período de Letras/Espanhol na FEUC e quero contar para vocês um pouco da minha história.
Com 14 anos de idade decidi ser professora. Meu pai não gostou muito, contudo, minha mãe amou a ideia. Fiz prova e entrei no colégio Normal, o famoso Instituto de Educação Sarah Kubitschek. Lá, aprendi a ser professora e me encantei ainda mais pela profissão. Foram quatro anos de muito estudo e trabalho árduo, até que, finalmente, chegou a hora da faculdade!
Sempre sonhei em estudar na FEUC e em 2010, consegui realizá-lo. Lembro-me que a primeira aula que tive foi Cultura Literária Brasileira, com o Professor Leandro Garcia. Eu cheguei uns 15 minutos antes e fiquei admirando a faculdade. Estava atônita! Até o teto parecia lindo! Rsrsrs...
Cada dia que passava, eu me encantava mais pelo meu curso. Em cada dificuldade, sentia que estava começando a criar o meu senso crítico e queria sempre mais. Minha sede de aprender era – e sempre será! – insaciável!
            Quando estava no 3° período, comecei a ser voluntária em um colégio municipal. Menos de dois meses após, veio o chamado para ser estagiária em outra escola – também municipal – e eu fui. Neste recinto escolar, passei cerca de um ano e meio.
            Durante esse tempo, desenvolvi três projetos: “Voz e Violão”, que tinha como objetivo lembrar sucessos do passado e transmitir mais cultura aos alunos (ocorreu três vezes), “Sarau em Sala”, que visava contar a história da poesia e sua aplicabilidade no cotidiano (ocorreu uma vez) e o “Encontro ARTE”, que misturou palestra sobre MPB, poesia e muita diversão (ocorreu uma vez). Nesses projetos, contei com a ajuda dos meus amigos, Professor Claudio Rafael (Artes Musicais –SME), Poeta Primitivo Paes, Professor Erivelto Reis (FIC) e Poeta Paulo de Ataíde (Aluno das FIC e também estagiário do Município do RJ).
            Tudo foi um grande aprendizado para mim, contudo, eu queria mais. Creio que o sonho de maioria dos professores e futuros professores é ser funcionário público. Tentamos concursos e mais concursos almejamos um dia alcançar essa vitória. Lá no fundo, sabemos que um dia irá ocorrer, mas queremos que seja logo!
            Recordo-me de quando estava no 4° período e, conversando com a Professora Lia Martins, ela me disse que eu seria uma grande vencedora em minha profissão, pois eu tinha todo o perfil e sempre estava buscando mais e mais. Ela percebeu que eu me adiantava nas matérias  e me interessava muito nas aulas.
            Dia 25 de setembro de 2011, prestei um concurso para o Município de Itaguaí, concorrendo a uma vaga de Professor DE-1, o famoso P2. Foram milhares de pessoas inscritas e eu consegui me posicionar em 423°. Com a redação, fui para 303° e com os títulos, desci para 353°. Não desanimei. Confiei em DEUS, que é fiel e me prometeu que eu seria mais que vencedora.
            Estava à minha casa e recebi a notícia que havia sido chamada para me apresentar ao Município de Itaguaí no dia 24 de julho de 2012. Chorei, dei glória a DEUS, gritei... Foi uma grande alegria para todos!
             No dia 03 de agosto de 2012, tomei posse da minha primeira matrícula. Ganhei de presente de DEUS, pois meu aniversário é dia 30 desse mês! Sou professora do Município de Itaguaí com 21 anos! Estou muito contente e realizada, pois sei que é um sonho realizado!
            Agradeço ao meu DEUS por me dar todos os dias sabedoria dos altos. A minha família (em especial, minha mãe, Suely Mello Coelho Chaves e minha tia Vanuza Chaves Pimentel), por me amarem e estarem comigo em todos os momentos. Aos meus companheiros de caminhada (coloco em ordem alfabética para não ter briga! Rsrs) Bruno Saad, Rebeca dos Santos, Tiago França e aos demais, por orarem e torcerem por mim. E um agradecimento todo especial aos meus amados professores, e agora, colegas de trabalho (também coloco em ordem alfabética pelo mesmo motivo citado acima! Rsrs) Adriano Santos, Ana Lúcia Rimes, Arlene da Fonseca, Carlos César de Araújo, Claudia Atanázio, Erivelto Reis, Flávio Pimentel, Leandro Garcia, Lia Martins, Lorelaine Saurina, Lucy Julião, Maria José, Mauro Lopes, Norma Maria, Rafael Neves, Regina Sélia Iápeter, Valdemar Silva, Valmir Miranda e Zoraia de Araújo, pela paciência, dedicação e carinho comigo. Amo vocês!
            Para encerrar esse depoimento, que foi pedido com muito carinho pelo Professor Erivelto Reis, compartilho uma música de Raul Seixas:
“SONHO QUE SE SONHA SÓ É SÓ UM SONHO QUE SE SONHA SÓ, MAS SONHO QUE SE SONHA JUNTO É REALIDADE!!!”.
                                                                                              Natália Coelho Chaves.
                                                                       Rio de Janeiro, 06 de agosto de 2012.