Quem sou eu

Minha foto
Blog para apresentação de textos e desenvolvimento de práticas relacionadas à produção, manipulação, seleção, gerenciamento e divulgação de trabalhos de confecção de textos dos alunos e alunas e/ou dos materiais, projetos e pesquisas produzidos pelo Professor Dr. Erivelto Reis, mediador, orientador e coordenador das atividades desenvolvidas no Blog, que tem um caráter experimental. Esse Blog poderá conter textos em fase de confecção, em produção parcial, em processo de revisão e/ou postados por alunos em fase de adaptação à seleção de conteúdo ou produção de textos literários.

domingo, 28 de junho de 2026

Poesia Afrodiaspórica Musicada - Álbum Completo - Volume 1 - Produzido por Erivelto Reis

 Poesia Afrodiaspórica Musicada - 

Volume 1 - 

Produzido por Erivelto Reis 

 

Publicado originalmente em 15 de jun. de 2026

Poesia Afrodiaspórica Musicada - 
Volume 01 - Produzido por Erivelto [junho/2026] - 
Poesias Africanas em Língua Portuguesa
 
[Edição em homenagem a Mia Couto e à Dina Salústio]
 
 Em memória da poeta Conceição Lima (São Tomé e Príncipe) 
 
(Projeto educacional - audiolivro - sem fins lucrativos) Poemas de autores/as de países africanos em que o português é uma língua de referência histórica e cultural musicados com recursos de IA, visando à formação de público leitor. [Jun. 2026/Audiolivro]. Projeto Euterpe, Erato & Erivelto Reis. Idealização, Repertório e Produção: Erivelto Reis SOBRE ESSE ÁLBUM A partir da fundamental antologia organizada por Lívia Apa, Arlindo Barbeitos e Maria Alexandre Dáskalos - POESIA AFRICANA EM LÍNGUA PORTUGUESA - publicada pela Nova Fronteira/ABL (2012), selecionei alguns poemas cujos arranjos produzi, baseados em ritmos e sonoridades de países africanos em confluência com o outros ritmos, pois nos interessa o reconhecimento e o diálogo na formação de público leitor e o uso da linguagem como ferramenta de apoio aos/às professores/as no Ensino Médio. A capa do vídeo deste volume do projeto traz o já conhecido símbolo do toca-discos. O vinil traz uma mandala, o próprio toca-discos traz elementos pictóricos e a biblioteca convida se apresenta como espaço de integração entre a natureza, a identidade negra, a leitura e o diálogo. Fica o convite para que leiam a antologia, e, principalmente os autores e autoras africanos que escreveram em Língua Portuguesa. SOBRE A IDEIA DE "POESIA AFRODIASPÓRICA" NO TÍTULO DO ÁLBUM Não se trata de um gênero específico de poesia, mas de uma postura diante da arte em contextos sociohistóricos a ser apresentados, problematizados e compreendidos em perspectiva decolonial. Leia-se um trecho da apresentação produzida pelo professor Petrônio Domingues, da Universidade Federal de Sergipe, para o volume dois do livro/e-book "Pensamento afrodiaspórico em perspectiva: abordagens no campo da história e literatura" (2021), organizado por Fernanda Miranda e Marcelo de Assunção: "[...] Diáspora, portanto, é um termo que sugere redes de relações reais ou imaginadas entre povos desarraigados cuja experiências são marcadas por diversos contatos e comunicações que incluem viagens, famílias, negócios, ideias, culturas, retóricas, sonhos, entre outros artefatos tangíveis e simbólicos. Ao conectar os grupos dispersos em e entre diferentes regiões e/ou nações, a diáspora revela sua vocação às formas transnacionais. Isto significa que ela não subverte, necessariamente, o Estado-nação, mas o heterogeneíza. Nesse sentido, sua relação com as inscrições e normas do Estado-nação e as formações identitárias nativistas é caracterizada por tensões e ambiguidades. A condição diaspórica, portanto, nomeia um entre-lugar definido por desterritorialização e reterritorialização, bem como pela tácita tensão entre a vida aqui e a memória e o anseio pelo acolá. As pessoas que passam pela experiência diaspórica compartilham uma dupla se não múltipla consciência e perspectiva, plasmadas por um diálogo e negociação entre várias tradições e maneiras de ser, pensar e agir. Essas pessoas comungam de culturas, histórias e identidades que ressignificam constantemente. São tradutores culturais cujas conexões descentradas e multilocalizadas minam limites estáveis e fixos, que reescrevem o passado costumes em comum num processo de reelaboração contínua; um recontar que implode autenticidades e problematiza discursos vernaculares sob o selo da tradição. [...]" (Pretrônio Domingues, 2021). SOBRE CONCEIÇÃO LIMA Maria da Conceição Costa de Deus Lima nasceu no sul da ilha de São Tomé, em Santana, onde cresceu e fez os estudos primários e secundários. Mais tarde, estudou jornalismo em Portugal e obteve a Licenciatura em Estudos Afro-Portugueses e Brasileiros pelo King’s College de Londres, cidade onde obteve também o Mestrado em Estudos Africanos, com especialização em Governos e Políticas em África, pela School of Oriental and African Studies (SOAS). Em São Tomé e Príncipe Conceição exerceu cargos de direção na Rádio, Televisão e, na imprensa escrita, fundou, em 1993, o agora extinto semanário independente O País Hoje, de que foi diretora. Tem poemas dispersos em jornais, revistas e antologias de vários países. De entre as suas obras mais conhecidas, destaque para A dolorosa raiz do Micondó; O Mundo visto do meio; Quando os Cães deixam de falar. Conceição Lima faleceu em 15 de maio de 2026.
 
Lista das Faixas: 00:00 Testamento - Alda Lara 03:13 Portugal colonial - David Mestre 06:14 November without water - Ana Paula Tavares 09:39 Poema de amor - Arnaldo França 13:55 Momento - VI - Vera Duarte 16:43 Magia Negra - Agnaldo Fonseca 21:41 Mantenha - Alzira Fonseca 25:04 Chegam notícias de barcos no fundo - Diná Salústio 28:37 Escrever-me - Mia Couto 32:20 Descobrimento - Noémia de Sousa 37:46 Chegam notícias de barcos no fundo - Diná Salústio Agradecimento especial à Professora Paulinha Machado.

 

Poesia Brasileira Musicada - Álbum Completo - Volume 16 - Produzido por Erivelto Reis

 Poesia Brasileira Musicada - 

Álbum Completo - Volume 16 - 

Produzido por Erivelto Reis [06/2026] 

 

 Publicado originalmente em 1 de jun. de 2026

Poesia Brasileira MusIcAda - Álbum completo - Volume 16 [junho - 2026] - SEGUNDA TEMPORADA Produzido por Erivelto Reis (Projeto educacional - audiolivro - sem fins lucrativos) Poemas da Literatura Brasileira musIcAdos com recursos de IA, visando à formação de público leitor no Ensino Médio. Prof. Erivelto Reis - 2026. Projeto Euterpe, Erato & Erivelto Reis. Idealização, Repertório e Produção: Erivelto Reis Ficha técnica: Imagens criadas com Prompts no Copilot, Dreamina e Gemini: Logomarca exclusiva pra o volume 16 destacando a união entre a tradição literária e a modernidade musical. O ambiente acolhedor da biblioteca evoca o respeito aos grandes poetas, enquanto o toca-discos com vinil psicodélico e iluminado reflete a renovação dessas obras em canções vivas, prontas para tocar o coração do público.
NOTA: A produção do álbum inicia-se com a pesquisa e seleção de poemas de autores reais, tanto consagrados quanto contemporâneos, mesclando textos populares a obras menos conhecidas. A partir dessa curadoria, idealizam-se as possibilidades de traduzir a poesia em canções que despertem o interesse dos estudantes, mantendo a coerência com a relevância e a mensagem de cada obra. Vencida essa etapa, os arranjos musicais são estruturados por meio de comandos (prompts) desenvolvidos pelo produtor em uma plataforma de inteligência artificial especializada. O passo seguinte envolve a criação de toda a identidade visual do projeto, processo também realizado em softwares e plataformas específicas através de diretrizes visuais e comandos direcionados. Por fim, o vídeo é produzido com recursos simples de movimentação e transição de quadros, sendo então publicado na plataforma final. A atribuição de créditos aos autores é garantida de forma contínua: ela permanece visível na imagem de capa ao longo de todo o vídeo, na indexação faixa a faixa na parte inferior do player e na descrição do conteúdo. Vale ressaltar que os textos selecionados são trabalhados na íntegra, sem cortes ou alterações na estrutura poética original. As únicas exceções aplicadas são contracantos, melismas e nuances de interpretação, elementos que são intrínsecos à transposição do poema para o formato de canção.
Busquem ler os autores e autoras, conhecer as obras que publicaram, ler os textos com seus/suas estudantes. Isso é parte fundamental do processo de formação de leitores/as.
 
Edição de áudio: Programa Audacity Produção de vídeo: Programa Canva Edição e criação de imagens: Gemini, Dreamina AI e Copilot Produção das faixas: Suno Em memória do professor e poeta Emmanuel Santiago e da professora e pesquisadora Eurídice Figueiredo Lista das Faixas: 00:00 O sempre amor - Adélia Prado 03:51 Prece à boca da minha alma - Nauro Machado 07:44 Versos - XVIII - Júlia Cortines 11:22 Passaporte falso - Reynaldo Jardim 16:02 Ilhas idílicas - Neide Archanjo 20:07 A última carta de amor - Emmanuel Santiago 24:36 Poesia de rua - Bachulma Valtazema 28:06 O evangelho do ódio - João Motta 32:48 Errância - Orides Fontela 36:02 Poema do aviso final - Torquato Neto 39:43 O sempre amor - Adélia Prado 42:26 Prece à boca da minha alma - Nauro Machado 46:03 Versos - XVIII - Júlia Cortines 49:41 Passaporte falso - Reynaldo Jardim 54:25 Ilhas idílicas - Neide Archanjo 58:29 A última carta de amor - Emmanuel Santiago 1:02:22 Errância - Orides Fontela

 

Considerações sobre o Projeto "Poesia Brasileira e Portuguesa Musicada" Professora e Escritora Maria Helena Sansão

Usar a tecnologia da IA pode ser também uma nova forma de arte. Foi com essa convicção que ouvi os primeiros acordes do álbum Poesia Portuguesa Musicada e Poesia Brasileira Musicada, de autoria de Erivelto Reis. Ao espanto de descobrir que a IA é capaz de criar vozes virtuais, acompanhadas de instrumentos que reproduzem os sons de uma verdadeira orquestra, seguiu-se a admiração e a emoção de ver poemas clássicos, ou mesmo, contemporâneos, em língua portuguesa, ganharem novas leituras. Representar a poesia através da música é uma arte que se consolidou a partir especialmente dos anos sessenta, com a geração da MPB, a qual, tendo poetas em sua linha de frente, elevou o potencial literário das letras de música. Como se resgatassem a idade média, quando trovadores cantavam poesias em saraus, nos ricos castelos da nobreza, poesia e música se irmanaram novamente. Agora, uma nova era desponta. Muitos poemas da língua portuguesa foram musicados, há alguns anos, por compositores populares, tornando a poesia mais acessível ao interesse de jovens pouco afeitos à leitura. Assim, Fernando Pessoa, Florbela Espanca e Camões ou Cecília Meireles e Drummond - para citar apenas alguns poetas mais estudados em antologias destinadas às salas de aula - tiveram algumas de suas obras musicadas. Entretanto, o objetivo desses compositores, evidentemente, não era facilitar aos alunos a leitura de poemas, mas enriquecer suas próprias obras musicais, pela sensibilidade e admiração ao gênero poético. É uma nova forma de expressão poético-musical que ainda prevalece em pequena escala. A arte se reinventa com criatividade suficiente para abraçar novas técnicas e tecnologias. E assim, podemos dizer que o presente álbum, extremamente bem elaborado, representa o uso inteligente da IA para criar caminhos e veredas poéticas de grande poder de penetração e estímulo à aceitação dos alunos do ensino médio, em salas de aulas. Aqui são contempladas muitas obras poéticas, cuja leitura e compreensão se torna não só mais facilitada, como também agradável, tocante e, por vezes, emocionante. Ouso dizer que ouvir uma poesia musicada faz com que ela nunca seja esquecida, tal o poder da música de registrar nos ouvidos o mesmo enlevo que nos toca a leitura feita pelo olhar. Ainda que o poema possua em si mesmo todos os ritmos e melodias em sua elaboração formal, a música poderá lhe acrescentar sempre novas leituras, por ser também uma forma de representação. No compasso bem elaborado desse álbum, poesia e música se buscam, se confundem, se mesclam, como um rico e prazeroso material didático.

Poesia Portuguesa Musicada - Álbum Completo - Volume 16 - Produzido por Erivelto Reis - [06/2026]

 Poesia Portuguesa Musicada - 

Álbum Completo - Volume 16 - 

Produzido por Erivelto Reis - [06/2026] 

 

 Publicado originalmente em 20 de jun. de 2026

Poesia Portuguesa MusIcAda - Álbum completo - Volume 16 [junho - 2026] - SEGUNDA TEMPORADA (Projeto educacional - audiolivro - sem fins lucrativos) Poemas da Literatura Portuguesa musIcAdos com recursos de IA, visando à formação de público leitor no Ensino Médio. Prof. Erivelto Reis - 2026. Projeto Euterpe, Erato & Erivelto Reis. Idealização, Repertório e Produção: Erivelto Reis Ficha técnica: Imagens criadas com Prompts no Copilot, Dreamina e Gemini. O toca-discos vinil, a música e os livros em interação com elementos da cultura ou simbologia que remeta à arte e a Portugal. Edição de áudio: Programa Audacity Produção de vídeo: Programa Canva Edição e criação de imagens: Gemini, Dreamina AI, Copilot Produção das faixas: Suno Lista das faixas: 00:00 Quimera – Ana Marques Gastão 03:11 Súplica – Miguel Torga 07:36 Ruínas – Florbela Espanca 12:24 A morte é a curva da estrada – Fernando Pessoa 15:44 Saudade – Maria Teresa Horta 19:02 Por ti reparti a noite, o medo e o amor – João de Mancelos 22:46 A hora da partida – Sophia de Mello Breyner Andresen 27:20 Como num verso antigo – António Alexandre Franco 31:26 Da terra – Fiama Hasse Pais Brandão 34:41 Retrato – Nuno Júdice 39:35 Quimera – Ana Marques Gastão 42:37 Súplica – Miguel Torga 47:14 Ruínas – Florbela Espanca 51:47 A morte é a curva da estrada – Fernando Pessoa 54:50 Por ti reparti a noite, o medo e o amor – João de Mancelos 58:39 Como num verso antigo – António Alexandre Franco 01:01:42 Saudade – Maria Teresa Horta 01:05:06 Retrato – Nuno Júdice 01:07:23 A hora da partida – Sophia de Mello Breyner Andresen 01:11:38 Da terra – Fiama Hasse Pais Brandão

 

Considerações sobre o Projeto "Poesia Brasileira e Portuguesa Musicada" Professora e Escritora Maria Helena Sansão

Usar a tecnologia da IA pode ser também uma nova forma de arte. Foi com essa convicção que ouvi os primeiros acordes do álbum Poesia Portuguesa Musicada e Poesia Brasileira Musicada, de autoria de Erivelto Reis. Ao espanto de descobrir que a IA é capaz de criar vozes virtuais, acompanhadas de instrumentos que reproduzem os sons de uma verdadeira orquestra, seguiu-se a admiração e a emoção de ver poemas clássicos, ou mesmo, contemporâneos, em língua portuguesa, ganharem novas leituras. Representar a poesia através da música é uma arte que se consolidou a partir especialmente dos anos sessenta, com a geração da MPB, a qual, tendo poetas em sua linha de frente, elevou o potencial literário das letras de música. Como se resgatassem a idade média, quando trovadores cantavam poesias em saraus, nos ricos castelos da nobreza, poesia e música se irmanaram novamente. Agora, uma nova era desponta. Muitos poemas da língua portuguesa foram musicados, há alguns anos, por compositores populares, tornando a poesia mais acessível ao interesse de jovens pouco afeitos à leitura. Assim, Fernando Pessoa, Florbela Espanca e Camões ou Cecília Meireles e Drummond - para citar apenas alguns poetas mais estudados em antologias destinadas às salas de aula - tiveram algumas de suas obras musicadas. Entretanto, o objetivo desses compositores, evidentemente, não era facilitar aos alunos a leitura de poemas, mas enriquecer suas próprias obras musicais, pela sensibilidade e admiração ao gênero poético. É uma nova forma de expressão poético-musical que ainda prevalece em pequena escala. A arte se reinventa com criatividade suficiente para abraçar novas técnicas e tecnologias. E assim, podemos dizer que o presente álbum, extremamente bem elaborado, representa o uso inteligente da IA para criar caminhos e veredas poéticas de grande poder de penetração e estímulo à aceitação dos alunos do ensino médio, em salas de aulas. Aqui são contempladas muitas obras poéticas, cuja leitura e compreensão se torna não só mais facilitada, como também agradável, tocante e, por vezes, emocionante. Ouso dizer que ouvir uma poesia musicada faz com que ela nunca seja esquecida, tal o poder da música de registrar nos ouvidos o mesmo enlevo que nos toca a leitura feita pelo olhar. Ainda que o poema possua em si mesmo todos os ritmos e melodias em sua elaboração formal, a música poderá lhe acrescentar sempre novas leituras, por ser também uma forma de representação. No compasso bem elaborado desse álbum, poesia e música se buscam, se confundem, se mesclam, como um rico e prazeroso material didático.

 

Poesia Brasileira Musicada - Álbum Completo - Volume 15 - Produzido por Erivelto Reis - 05/2026

Poesia Brasileira Musicada - 

Álbum Completo - Volume 15 - 

Produzido por Erivelto Reis - 05/2026 

 

 

9 de mai. de 2026
Poesia Brasileira MusIcAda - Álbum completo - Volume 15 [maio - 2026] - SEGUNDA TEMPORADA Produzido por Erivelto Reis (Projeto educacional - audiolivro - sem fins lucrativos) Poemas da Literatura Brasileira musIcAdos com recursos de IA, visando à formação de público leitor no Ensino Médio. Prof. Erivelto Reis - 2026. Projeto Euterpe, Erato & Erivelto Reis. Idealização, Repertório e Produção: Erivelto Reis Ficha técnica: Imagens criadas com Prompts no Copilot, Dreamina e Gemini: Logomarca exclusiva pra o volume 15 destacando a relação entre a música e a poesia, simbolizada pela biblioteca, o toca-discos e o vinil azul. Neste número, o Teatro Amazonas é símbolo dessa brasilidade que a identidade visual do projeto, a cada novo número, busca homenagear. Edição de áudio: Programa Audacity Produção de vídeo: Programa Canva Edição e criação de imagens: Gemini, Dreamina AI e Copilot Produção das faixas: Suno Lista das Faixas: 00:00 Balada do Festival II (01/11) - Hilda Hilst 03:54 Cemitério de Navios (02/12) - Lêdo Ivo 09:36 Numa praia deserta (03/13) - Olga Savary 12:48 Fragmentos de canções e poemas II (04/14) - Manoel de Barros 17:19 Fagulha - Ana Cristina César 21:54 Discurso da difamação do poeta 11 - Affonso Ávila 25:23 Chaotic neutral (07/15) - Jarid Arraes 29:02 À terra provisória (08/16) - Bruno Tolentino 33:12 Poemas de Viviane Mosé - Viviane Mosé 37:52 Ternura - Vinícius de Moraes 43:20 Balada do Festival II - Hilda Hilst 47:25 Cemitério de Navios - Lêdo Ivo 52:37 Numa praia deserta - Olga Savary 55:35 Fragmentos de canções e poemas II - Manoel de Barros 1:00:02 Chaotic neutral - Jarid Arraes 1:03:16 À terra provisória - Bruno Tolentino
 
Considerações sobre o Projeto "Poesia Brasileira e Portuguesa Musicada" Professora e Escritora Maria Helena Sansão
Usar a tecnologia da IA pode ser também uma nova forma de arte. Foi com essa convicção que ouvi os primeiros acordes do álbum Poesia Portuguesa Musicada e Poesia Brasileira Musicada, de autoria de Erivelto Reis. Ao espanto de descobrir que a IA é capaz de criar vozes virtuais, acompanhadas de instrumentos que reproduzem os sons de uma verdadeira orquestra, seguiu-se a admiração e a emoção de ver poemas clássicos, ou mesmo, contemporâneos, em língua portuguesa, ganharem novas leituras. Representar a poesia através da música é uma arte que se consolidou a partir especialmente dos anos sessenta, com a geração da MPB, a qual, tendo poetas em sua linha de frente, elevou o potencial literário das letras de música. Como se resgatassem a idade média, quando trovadores cantavam poesias em saraus, nos ricos castelos da nobreza, poesia e música se irmanaram novamente. Agora, uma nova era desponta. Muitos poemas da língua portuguesa foram musicados, há alguns anos, por compositores populares, tornando a poesia mais acessível ao interesse de jovens pouco afeitos à leitura. Assim, Fernando Pessoa, Florbela Espanca e Camões ou Cecília Meireles e Drummond - para citar apenas alguns poetas mais estudados em antologias destinadas às salas de aula - tiveram algumas de suas obras musicadas. Entretanto, o objetivo desses compositores, evidentemente, não era facilitar aos alunos a leitura de poemas, mas enriquecer suas próprias obras musicais, pela sensibilidade e admiração ao gênero poético. É uma nova forma de expressão poético-musical que ainda prevalece em pequena escala. A arte se reinventa com criatividade suficiente para abraçar novas técnicas e tecnologias. E assim, podemos dizer que o presente álbum, extremamente bem elaborado, representa o uso inteligente da IA para criar caminhos e veredas poéticas de grande poder de penetração e estímulo à aceitação dos alunos do ensino médio, em salas de aulas. Aqui são contempladas muitas obras poéticas, cuja leitura e compreensão se torna não só mais facilitada, como também agradável, tocante e, por vezes, emocionante. Ouso dizer que ouvir uma poesia musicada faz com que ela nunca seja esquecida, tal o poder da música de registrar nos ouvidos o mesmo enlevo que nos toca a leitura feita pelo olhar. Ainda que o poema possua em si mesmo todos os ritmos e melodias em sua elaboração formal, a música poderá lhe acrescentar sempre novas leituras, por ser também uma forma de representação. No compasso bem elaborado desse álbum, poesia e música se buscam, se confundem, se mesclam, como um rico e prazeroso material didático.

 

Poesia Portuguesa Musicada - Álbum Completo - Volume 15 - Produzido por Erivelto Reis - 05/2026

 Poesia Portuguesa Musicada - 

Álbum Completo - Volume 15 - 

Produzido por Erivelto Reis - 05/2026 

  

 Publicamente originalmente em 01 de mai. de 2026

Poesia Portuguesa MusIcAda - Álbum completo - Volume 15 [maio - 2026] - SEGUNDA TEMPORADA (Projeto educacional - audiolivro - sem fins lucrativos) Poemas da Literatura Portuguesa musIcAdos com recursos de IA, visando à formação de público leitor no Ensino Médio. Prof. Erivelto Reis - 2026. Projeto Euterpe, Erato & Erivelto Reis. Idealização, Repertório e Produção: Erivelto Reis Ficha técnica: Imagens criadas com Prompts no Copilot, Dreamina e Gemini. O toca-discos vinil, a música e os livros em interação com elementos da cultura ou simbologia que remeta à arte e a Portugal. Edição de áudio: Programa Audacity Produção de vídeo: Programa Canva Edição e criação de imagens: Gemini, Dreamina AI, Copilot Produção das faixas: Suno Lista das faixas: 00:00 A uma mulher - Antero de Quental 03:46 A nascente triste - Natália Correia 07:34 Quem muito viu - Jorge de Sena 11:31 Confissão - Judith Teixeira 15:30 Cromo - Al Berto 21:24 Amei-te com as palavras - Rosa Lobato de Faria 24:40 Os amantes de novembro - Alexandre O'Neil 31:00 Príncipe - Ana Hatherly 34:55 Não colher as mãos - Rui Costa 40:17 Felizmente - Ana Luiza Amaral 43:25 A uma mulher - Antero de Quental 47:32 A nascente triste - Natália Correia 52:03 Quem muito viu - Jorge de Sena 56:07 Confissão - Judith Teixeira 1:00:17 Cromo - Al Berto 1:05:52 Amei-te com as palavras - Rosa Lobato de Faria 1:09:27 Os amantes de novembro - Alexandre O'Neil 1:14:41 Príncipe - Ana Hatherly 1:18:55 Felizmente - Ana Luiza Amaral Considerações sobre o Projeto "Poesia Brasileira e Portuguesa Musicada" Professora e Escritora Maria Helena Sansão
Usar a tecnologia da IA pode ser também uma nova forma de arte. Foi com essa convicção que ouvi os primeiros acordes do álbum Poesia Portuguesa Musicada e Poesia Brasileira Musicada, de autoria de Erivelto Reis. Ao espanto de descobrir que a IA é capaz de criar vozes virtuais, acompanhadas de instrumentos que reproduzem os sons de uma verdadeira orquestra, seguiu-se a admiração e a emoção de ver poemas clássicos, ou mesmo, contemporâneos, em língua portuguesa, ganharem novas leituras. Representar a poesia através da música é uma arte que se consolidou a partir especialmente dos anos sessenta, com a geração da MPB, a qual, tendo poetas em sua linha de frente, elevou o potencial literário das letras de música. Como se resgatassem a idade média, quando trovadores cantavam poesias em saraus, nos ricos castelos da nobreza, poesia e música se irmanaram novamente. Agora, uma nova era desponta. Muitos poemas da língua portuguesa foram musicados, há alguns anos, por compositores populares, tornando a poesia mais acessível ao interesse de jovens pouco afeitos à leitura. Assim, Fernando Pessoa, Florbela Espanca e Camões ou Cecília Meireles e Drummond - para citar apenas alguns poetas mais estudados em antologias destinadas às salas de aula - tiveram algumas de suas obras musicadas. Entretanto, o objetivo desses compositores, evidentemente, não era facilitar aos alunos a leitura de poemas, mas enriquecer suas próprias obras musicais, pela sensibilidade e admiração ao gênero poético. É uma nova forma de expressão poético-musical que ainda prevalece em pequena escala. A arte se reinventa com criatividade suficiente para abraçar novas técnicas e tecnologias. E assim, podemos dizer que o presente álbum, extremamente bem elaborado, representa o uso inteligente da IA para criar caminhos e veredas poéticas de grande poder de penetração e estímulo à aceitação dos alunos do ensino médio, em salas de aulas. Aqui são contempladas muitas obras poéticas, cuja leitura e compreensão se torna não só mais facilitada, como também agradável, tocante e, por vezes, emocionante. Ouso dizer que ouvir uma poesia musicada faz com que ela nunca seja esquecida, tal o poder da música de registrar nos ouvidos o mesmo enlevo que nos toca a leitura feita pelo olhar. Ainda que o poema possua em si mesmo todos os ritmos e melodias em sua elaboração formal, a música poderá lhe acrescentar sempre novas leituras, por ser também uma forma de representação. No compasso bem elaborado desse álbum, poesia e música se buscam, se confundem, se mesclam, como um rico e prazeroso material didático.