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Blog para apresentação de textos e desenvolvimento de práticas relacionadas à produção, manipulação, seleção, gerenciamento e divulgação de trabalhos de confecção de textos dos alunos e alunas do Professor Dr. Erivelto Reis, mediador, orientador e coordenador das atividades desenvolvidas no Blog, que tem um caráter experimental. Esse Blog poderá conter textos em fase de confecção, em produção parcial, em processo de revisão e/ou postados por alunos em fase de adaptação à seleção de conteúdo ou produção de textos literários.

terça-feira, 4 de setembro de 2012


Gostamos muito do texto da escritora Lydia Fagundes Telles e criamos dois finais para história.


Primeiro Final:
O que Ricardo não poderia imaginar que o taxista Joaquim nutria um amor mal resolvido por Raquel, ele teria seguido sua amada e ficou os observando de longe se escondendo entre as árvores e catacumbas.
Tomado pelo ciúme Joaquim queria saber qual seria o desfecho desse encontro, mas nem em seus piores pensamentos poderia imaginar que Ricardo fosse capaz de tal ato.
Esperou que Ricardo se afastasse e foi ao socorro de sua amada que aos gritos pedia por ajuda.
Disse Joaquim:
- Estou aqui Raquel!
Com uma pedra golpeou a fechadura que se abriu, Raquel correu e o abraçou bem forte deu-lhe um beijo no rosto e disse em seu ouvido com uma voz ainda tremula.
- Obrigada Joaquim, salvou a minha vida.
Com um sorriso no rosto Joaquim respondeu:
- Tens o meu coração em suas mãos Raquel.
Desviando o olhar Raquel olhou para o horizonte e contemplou por um instante o que poderia ter sido seu último pôr do sol.


Segundo Final:
Raquel após se debulhar em lágrimas e desespero, sentou- se nos degraus sombrios e empoeirados da escada e começou  a lembrar-se de toda a sua vida, até aquele momento. Em profundo desalento, colocou a mão na cabeça  e sentiu o grampo que prendia seu cabelo, lembrou-se então do ofício do seu pai de chaveiro e de tudo o que ele havia lhe ensinado. Só então, começou a tentar abrir aquela fechadura até conseguir à tão sonhada liberdade.
Logo após sair daquele cemitério entrou rapidamente no táxi e desapareceu.

Enviado por : Danieli de A. Gomes -  Munique Manhães - Nívea Gonçalves -  Viviane  (Turma: Geografia/ Feuc)
            Publicado por Ionára 4° Período de Letras/Literaturas.
            

Quando as crianças chegaram em casa, avisaram seus pais que viram um homem muito estranho saindo do cimitério fumando cigarro,no dia seguinte os pais e as crianças fizeram uma busca  para ver se encontrariam algo. Foi quando derrepente ouviram gritos de uma mulher que estava presa pelas grades, eles conseguiram salvar a mulher que estava suja e faminta.

Enviado por : Anderson Barros-BSI- 2 periodo

Publicado por Ionára 4° Período de Letras/Literaturas

PÔR DO SOL
Após os gritos cessarem, Ricardo desceu a ladeira com a convicção do dever cumprido e sentindo-se aliviado por conseguir vingar-se de um amor não correspondido. Logo abaixo na subida da ladeira, as crianças que antes brincavam, estavam sentadas esperando a hora de voltar para suas casas, porém estavam atentas para o fato de que o homem que desceu a ladeira havia subido acompanhado de uma bela moça e ela não havia descido com ele. Curiosas, combinaram que na manhã seguinte subiriam para ver o que teria acontecido. No outro dia, a surpresa, encontraram a moça presa e muito debilitada. Resolveram buscar ajuda, procuraram seus pais e contaram o que havia acontecido, os pais reunidos subiram juntos com os seus filhos e com um pé- de- cabra arrombaram a fechadura da velha porta e carregando a moça nos braços a levaram para a casa de uma das crianças, onde recebeu alimento e descansou até poder voltar para casa.      

Enviado por: Márcia Côsso Dias- 1º período (Espanhol).

Publicado por Ionára 4° Período de Letras/Literaturas

Segue a continuação do conto "Venha Ver O Pôr Do Sol". 

"Enquanto Ricardo se afastava do cemitério, nada mais lhe passou pela cabeça. Caminhou como

 se sua mente não se fizesse presente em seu corpo, até que finalmente, depois de tanto
 vaguear, chegou em seu apartamento. Fez suas tarefas como de costume e deitou-se.
Somente alí em seu leito, seus pensamentos voltaram a si. Imaginou como Raquel estaria, mas
 logo esqueceu-se, imaginando que, o que havia feito era correto. Pegou no sono. Durante a noite teve
 pesadelos medonhos, ouviu os gritos de Raquel, e no susto tão imenso, dispertou e pensou no
 amor egoísta que o havia levado a fazer aquilo.
Logo se vestiu e correu em direção ao cemitério. Chegando a capelinha, encontrou Raquel
 caída ao chão. Abriu o cadeado e correu para pegá-la em seus braços. Sua respiração estava
 fraca. Abriu os olhos por um instante e disse a Ricardo:
- Obrigada por ter me mostrado este lindo pôr do sol.
E calou-se, definitivamente. Dos olhos de Ricardo uma lágrima de alegria e tristeza escorreu."

Enviado por:  Monique Da Silva Menezes - Letras - Português-Espanhol.

Publicado por Ionára 4° Período de Letras/Literaturas
Ricardo, passa próximas as crianças e sorrir para uma delas que o encara, lembrando que aquele moço outrora, estava acompanhado por uma moça de salto e roupas finas. Raquel grita por Ricardo e ao mesmo tempo confusa tenta entender o que esta acontecendo. Porque ele fez isso com ela seria alguma brincadeira... “Sim, sim ele vai voltar” dizia ela... “Aquele cretino, idiota não! Não pode ser louco de me deixar aqui!” esbraveja com lagrimas nos olhos. Ele me ama sempre me amou... Não pode me deixar aqui! Ela olha ao seu redor naquele lugar silencioso, frio e sombrio. Tenta encontrar uma maneira de sair dali. Olha para um resquio de luz e observa a luz do Sol indo embora se apagando aos poucos. O desejo de sair logo dali se mistura com a raiva e o medo de Ricardo não voltar e ela ficar ali para sempre. Não, não isso não pode acontecer. Logo meu marido dará falta de mim e virá me procurar. Por favor, Deus me tira daqui! Porque ele fez isso comigo?”. Começa a escurecer e a angustia começa a deixar Raquel em pânico juntamente com o barulho das arvores e do vento que fazem Raquel, estremecer da cabeça aos pés pensando no que pode sair daquele lugar. Quem sabe algum animal, ou quem sabe, alma penada... "Aí não! Não vou pensar nisso. Enxugando o rosto com seu lenço. Ela começa lembrar o que pode ter feito para que Ricardo lhe fizesse tão mal. Raquel lembra que o amava sim, mas não o suficiente para deixar as mordomias e sua vida de luxo. Ela ainda se encontrava com Ricardo, mas não era a mesma coisa. Ela achava que era melhor do que ele, ambiciosa, esnobe, prepotente. Todos os momentos eram para brincadeiras, prazeres e nada mais. Enquanto ele tinha dinheiro ela o procurava, para satisfazer seus caprichos e desejo depois que ele perdeu o que tinha ela o abandonou e nunca mais o procurou. Mas ela ainda pensava nele, tanto que gostou quando ele reapareceu. “Ele me chamou aqui para conversamos, ele disse que me amava, eu até gostei da idéia de voltarmos a nos encontrar. Foi por isso que eu vim, eu acreditei nele MALDITO!” Raquel certa de que ele pode não voltar começa a pedir socorro, mas em vão quem poderia está num lugar daquele à uma hora dessas? Mesmo assim ela continuava a pedir por socorro, pode ser que alguém ouça. "Socorro, socorro! Mas Só o que ela ouve é o eco dela mesma. A noite demora a passar e a coitada fica cada vez mais exaltar, mas com todo o cansaço ela acaba adormecendo ali. Naquele lugar sujo e frio. Amanhece o dia e Raquel ouve alguns passos. Será Ricardo que voltou? Ela fica com receio e espera. Mas quando sente que os passos ficam distantes. Raquel começa a gritar por ajuda e socorro. E alguém entra na capelinha e encontra Raquel que desesperada e confusa pede para que tire ela dali. “Meus Deus obrigada, obrigada! disse ela aliviada. A criança acabou contando o ocorrido para os pais que viu um casal indo em direção ao cemitério abandonado e o moço voltou sozinho. O estranho é que a moça não era dali ela usava roupas finas e salto alto (o que era incomum por aqueles lados) Os pais da criança desconfiaram foram atrás acabaram ouvindo os gritos de Raquel. Dias depois ela está em sua casa e recebe uma telegrama anônimo. Quem seria? Ela Abre lê as primeiras linhas e chora. Era Ricardo, informando que agora sim ela sentia exatamente o que ele sentiu quando ela o abandonou.  Como se ele estivesse sido enterrado vivo, esquecido como um morto. Raquel chora vai sua janela e fica admirando o pôr do Sol, imagina que jamais poderia avistar novamente aquele momento. Ela se debruça na janela e chora compulsivamente. FIM


Envaiado por: Amanda Pereira das Graças 1º  período 
Letras/Literatura.


Publicado por: Ionára 4° Período de Letras/Literaturas

E ali Raquel ficou apavorada com aquela situação e foram passando os dias chuvosos e frios, ela sem alimentos só molhava os lábios com o pingo de água que caia da fresta daquela capelinha e ali com um pouco de força que ainda restava a ela continuava gritando e assim foi passando o tempo.
Depois de ficar quatro dias gritando e se esforçando para chamar a atenção de alguém, ela finalmente conseguiu aquelas crianças que brincavam longe dali ouvirão mais algumas crianças não quiseram adentrada o cemitério, pois tinha muito medo do que poderia acontecer, mais somente uma criança continuou sua caminhada Emanuel  e ali ele ia andando naquele cemitério com muito medo pisando em crânios e ossos que estavam  fora do seus túmulos,mais Emanuel está com muito medo mais a medida que ele pensava em desistir ele ouvia aqueles gritos cada vez mais forte e aquilo despertava nele curiosidade muito forte a medida de que ele se aproximava daquela capela o grito ficava mais intenso,depois de tanto caminhar ele conseguiu chegar ali naquela capelinha,mais ele já não ouvia mais os gritos de Raquel.
Que estava deitada no fundo daquela capela sem força por que ela gastou todas as que tinham gritando, quando Emanuel chegou ficou espantado com aquela capela completamente horrível. Olhou entre aquelas grades velha e enferrujadas e avistou Raquel lá no fundo deitada e desfalecida ele ficou desesperado e começou a gritar moças, moça levanta e fez isso por dezenas de vezes e Raquel não levantava mais de repente aquela mulher se mexeu e Emanuel ficou esperançoso e aumentou seu tom de voz mais ainda. Raquel se levantou daquele chão gelado e sujo com as poucas forças que ainda tinha, foi até a portinhola e falou me tire daqui, por favor, Emanuel não sabia o que fazer tentou de varias maneiras mais não conseguiu abrir aquela porta, pois estava com fechadura nova.
  Então falou Emanuel para Raquel me aguarde, pois irei busca ajuda e Raquel falou não me deixe aqui sozinha, por favor, e ele a prometeu e volta para lhe busca.
E Emanuel saiu correndo dentro daquele cemitério como um louco, chegando à cidade contou a história a seus pais, imediatamente eles acionarão a policial local.
E Emanuel conduziu a policia até o lugar que Raquel estava pressa, os policias muito assustado, pois se tratava de um cemitério, e andando pelo o cemitério eles perguntava um ao outro como alguém tem coragem de fazer tal coisa.
E depois de muito caminhar chegaram naquela capelinha e ali resgatarão Raquel. Que falou foi o grande amor da minha vida que fez isso comigo, e ali os policiais sairão à procura de Ricardo por todo vilarejo e o encontram peregrinando como um morador de rua conseguirão capturá-lo, e Ricardo foi preso.



Enviado por: Wallace Q. Porfírio Curso: Geografia 1º período 

Publicado por Ionára 4° Período de Letras/Literaturas

O Por do Sol
... À partir do momento em que o leque surgiu em seus olhos, com um sorriso cínico em seus lábios, mostrando a ela que seu refinamento e o seu dinheiro naquele momento não serviria de nada, não tiraria ela daquela situação, de estar no cemitério, presa junto aos mortos. Raquel ao perceber que estava ficando sozinha naquele lugar, que nem seus gritos medonhos e enlouquecedores a tirariam dali, começou a desfalecer e desmaiou, quando ela acordou percebeu que não era um sonho, era realidade, ela realmente estava naquele lugar, no escuro, sozinha, pensou jamais sair de lá, que ficaria presa no cemitério até alguém aparecer para tira- lá de lá, mas como era um cemitério, qual seria o louco que passearia por lá, além dela e de seu amante, que largara ela naquele lugar medonho, por saber que ele nunca mais teria o amor de Raquel. Mas para a surpresa dele, no dia seguinte ele voltou no mesmo horário, ao pôr do sol para retirá-la de lá e viu que era tarde demais, pois ela tinha morrido naquela noite, morrido de desespero por saber que jamais sairia dali. Ao perceber que tinha perdido o seu grande amor ele se trancou e esperou a morte ao lado de sua amada.



Enviado por:  Gleice Kelly Pires

Publicado por: Ionára 4° Período de Letras/Literaturas