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Blog para apresentação de textos e desenvolvimento de práticas relacionadas à produção, manipulação, seleção, gerenciamento e divulgação de trabalhos de confecção de textos dos alunos e alunas e/ou dos materiais, projetos e pesquisas produzidos pelo Professor Dr. Erivelto Reis, mediador, orientador e coordenador das atividades desenvolvidas no Blog, que tem um caráter experimental. Esse Blog poderá conter textos em fase de confecção, em produção parcial, em processo de revisão e/ou postados por alunos em fase de adaptação à seleção de conteúdo ou produção de textos literários.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Professor Erivelto,

Aqui está nosso final:



Enquanto via Ricardo indo embora, Raquel continua a gritar e sacudir as grades da velha capela desesperadamente, implorando para que ele voltasse e a tirasse daquele lugar, porém ele não voltou.
O medo a invadiu e Raquel teve certeza que seu fim seria a morte.
Foi quando Raquel despertou ofegante e trêmula do seu terrível pesadelo, chorava muito. Ricardo que dormia serenamente ao seu lado acordou assustado, ao vê-la daquele jeito.
Então Ricardo disse:
- Raquel, foi só um pesadelo eu jamais te faria algum mal, eu te amo e te protegeria para sempre...



Envaido por:  Luciana Cristina Nunes / Renata Cerqueira de Oliveira / Patricia Conceição Onias de Azevedo
Curso: Letras Português/Inglês 2012.2

Publicado por Ionára 4° Período de Letras/Literaturas

 " Venha ver o pôr do sol "                                                      

....Um baque metálico decepou-lhe a palavra pelo meio. Olhou em redor. A peça estava deserta. Voltou o olhar para a escada. No topo, Ricardo a observava por detrás da portinhola fechada. Tinha seu sorriso meio inocente, meio malicioso.
- Isto nunca foi o jazigo da sua família, seu mentiroso? Brincadeira mais cretina! – exclamou ela, subindo rapidamente a escada. – Não tem graça nenhuma, ouviu?
Ele esperou que ela chegasse quase a tocar o trinco da portinhola de ferro. Então deu uma volta à chave, arrancou-a da fechadura e saltou para trás.
- Ricardo, abre isto imediatamente! Vamos, imediatamente! – ordenou, torcendo o trinco.- Detesto esse tipo de brincadeira, você sabe disso. Seu idiota! É no que dá seguir a cabeça de um idiota desses. Brincadeira mais estúpida!
- Uma réstia de sol vai entrar pela frincha da porta, tem uma frincha na porta. Depois, vai se afastando devagarinho, bem devagarinho. Você terá o pôr do sol mais belo do mundo.
Ela sacudia a portinhola.
- Ricardo, chega, já disse! Chega! Abre imediatamente, imediatamente!- Sacudiu a portinhola com mais força ainda, agarrou-se a ela, dependurando-se por entre as grades. Ficou ofegante, os olhos cheios de lágrimas. Ensaiou um sorriso. – Ouça, meu bem, foi engraçadíssimo, mas agora preciso ir mesmo, vamos, abra…



Ele já não sorria, Estava sério, os olhos diminuídos. Foi quando ele decidiu falar sua últimas palavras para Raquel. 
- Eu sempre te amei e você nunca ... - Ricardo tropeçou em uma pedra e bateu com a cabeça no chão e acabou desmaiando, deixando as chaves cair perto de Raquel, que acabou se soltando.
-  Como eu pude viver ao lado de uma pessoa tão doente... - disse ela para Ricardo ainda desacordado.
Raquel foi embora do cemitério, deixando Ricardo para trás desacordado. Algumas horas depois ele acordou, perdeu a memória e passou a viver no cemitério e toda tarde brincava de roda com as crianças


Enviado por:  Lorena de Oliveira Coutinho Paranhos - 1º Período - Pedagogia

Publicado por Ionára 4° Período de Letras/Literaturas


OFICINA PRODUÇÃO DE TEXTO
Prof. Erivelto Reis
                                                Texto Textual

                                     O que aconteceu com Raquel?
         Ricardo saiu daquele cemitério, convicto que tinha executado bem o seu plano, seu intento de matar Raquel tinha sido bem sucedido, pois ela não iria sujar suas mãos com sangue, a morte dela poderia ser de varias maneiras possíveis, para Ricardo o mais importante é que sua consciência estava tranquila, pois tinha a sensação que não tinha cometido nenhum crime, ou seja, estava ileso de qualquer situação.
         Porem ao descer a ladeira e se deparar com as crianças que brincavam de roda, e observar aquele largo sorriso delas, aqueles semblantes tão angelicais, vem em sua mente o rosto de Raquel, e ele para por um instante, começa a fazer uma auto-reflexão e sua consciência antes endurecida, agora diante daquelas tão inocentes crianças, ele cai em si, e se da conta de tão egoísta e prepotente está sendo, resolve voltar ao cemitério e libertar Raquel, envergonhado de ter feito um ato tão vil, pede desculpas a ela e disse que não sabia onde estava com a cabeça, quando tomou aquela decisão tão infantil, e disse Raquel você e todo ser humano tem o direito de ver o por do sol, porem de uma forma livre, vendo aquelas crianças entendi que a liberdade é o bem maior para qualquer cidadão.

1º Período de ciências sociais (noite)
Enviado por:
Márcio santos
Sabrina pereira
Arlon rocha

Publicado por Ionára 4° Período de Letras/Literaturas


Exausta de tanto gritar e chorar, Raquel sentou-se ao lado de uma lápide e adormeceu, por certo Ricardo se arrependeria e a tiraria dali pela manhã. Engano seu.
Mais um dia, um terrível dia, onde a fome e a sede a consumiam. Raquel não era religiosa, mas rogava a todo e qualquer Deus por socorro. Sentia falta do cigarro. “ – Maldito hábito”- pensou.
Por vezes gritou, desesperou-se, chocou-se contra as paredes e a porta, mas as únicas coisas que conseguiu fora deslocar seu ombro e abrir feridas em seu corpo.
As vezes escutava barulhos, escutava as crianças correndo e brincando por perto, mas por alguma razão ninguém a escutava, era assim então... morreria dessa forma, sozinha, faminta, sem esperança?
Os dias foram passando e a fome aumentando, Raquel passou a se alimentar de insetos que conseguia pegar com nojo e sofrimento, só bebia água das goteiras quando chovia muito.
Raquel já não suportava de tão fraca, delirava de tanta fome e sede. Seu corpo já não tinha a vivacidade de outrora, não havia esperanças e força para continuar a lutar.
Foi quando um barulho denunciou a chegada de alguém, era Ricardo, arrependido do que fizera. Correu de encontro à Raquel, se jogou ao chão, não acreditou na figura que encontrou. Raquel estava em seus últimos segundos de vida, Ricardo em prantos pedia para que Raquel não morresse, foi quando em um ultimo suspiro, Raquel olhou para Ricardo, e disse: Ricardo, eu te amava.


Oficina e produção de texto
Professor: Erivelto
Turma: Ciências Sociais 1º período - noite
      Enviado por: Renato Paulo Gomes de Sousa
                 Rebeca Pashoal
                 Cassio Juan

Publicado por Ionára 4° Período de Letras/Literaturas

Depos de Ricardo deixar o cemitério sozinho, crianças que brincavam ao longe de roda repararam que havia algo de errado. O homem  havia entrado no cemitério com uma muher bem arrumada  saia do cemitério sozinho.Elas perguntam entre si onde poderia estar aquela que haviam visto entrar no cemitério há algum tempo atrás. Elas esperam Ricardo ir embora, curiosas , vão cemitério a procura de Raquel.  Depos de uma longa busca , finalmente ouvem Raquel responder  aos gritos das crianças.  Sem perceber Ricardo volta ao cemitério arrependido do que havia feito, as crianças se assustam e vão para suas casas.Ele encontra Raquel  assustada, com medo.  Ele abre a porta imaginando que Raquel  fosse perdoa-lo. Mas ela diz : - Desapareça Ricardo ,  dessa Cidade, da minha vida. Porque Caso contrario não hesitaria em denuncia-lo. Ricardo não vê outra alternativa, a não ser respeitar a decisão de Raquel. Ela aprende a lição retorna para casa decidida a nunca mais trair seu marido.

Enviado por: Beatriz Serra primeiro período de Letras- FEUC

Publicado por Ionára 4° Período de Letras/Literaturas.

OFICINA DE PRODUÇÃO DE TEXTO
Profo: Erivelto Reis

Título: Venha ver o pôr do sol

            E Raquel sentindo que não havia mais nada por fazer, visto que estava cansada de gritar, sentou-se e começou a refletir um pouco sobre sua vida, percebendo o quanto amava o seu marido, e o quanto ele era importante para ela.
            O que Raquel não sabia, era que o seu marido vinha desconfiando de seus casinhos e resolveu segui-la para dar um basta nessa situação, e mostrar o quanto ele a amava. Porem, ao chegar no cemitério, os seguiu até a capela e viu os dois entrando, e resolveu esperar à distância, foi quando viu que Ricardo saiu sozinho, e ouviu apenas os gritos de sua amada.
            - Socorro! Alguém me ajude! Socorro!!!
            E ele desesperado correu até a capela para resgatá-la.
            - E disse: Raquel você está bem?
            - Estou sim meu amor, me perdoe, por favor.
            - Calma meu anjo, eu já vou lhe tirar daí.
            Foi quando ele com um forte chute, conseguiu derrubar aquela porta enferrujada, e a viu com os olhos vermelho e inchados de tanto chorar.
            - E disse: Raquel meu amor, quero que entenda o imenso amor que tenho por você.
            E Raquel chorando, o abraçou e percebeu que o amava, e que não cometeria mais nenhum erro que atrapalhasse o seu casamento.

Enviado por:   Maria Celeste de Oliveira Duarte e Luciano Duarte de Oliveira. 1° Período – Letras/Inglês – 2012.2

Publicado por Ionára 4° Período de Letras/Literaturas.



Gostamos muito do texto da escritora Lydia Fagundes Telles e criamos dois finais para história.


Primeiro Final:
O que Ricardo não poderia imaginar que o taxista Joaquim nutria um amor mal resolvido por Raquel, ele teria seguido sua amada e ficou os observando de longe se escondendo entre as árvores e catacumbas.
Tomado pelo ciúme Joaquim queria saber qual seria o desfecho desse encontro, mas nem em seus piores pensamentos poderia imaginar que Ricardo fosse capaz de tal ato.
Esperou que Ricardo se afastasse e foi ao socorro de sua amada que aos gritos pedia por ajuda.
Disse Joaquim:
- Estou aqui Raquel!
Com uma pedra golpeou a fechadura que se abriu, Raquel correu e o abraçou bem forte deu-lhe um beijo no rosto e disse em seu ouvido com uma voz ainda tremula.
- Obrigada Joaquim, salvou a minha vida.
Com um sorriso no rosto Joaquim respondeu:
- Tens o meu coração em suas mãos Raquel.
Desviando o olhar Raquel olhou para o horizonte e contemplou por um instante o que poderia ter sido seu último pôr do sol.


Segundo Final:
Raquel após se debulhar em lágrimas e desespero, sentou- se nos degraus sombrios e empoeirados da escada e começou  a lembrar-se de toda a sua vida, até aquele momento. Em profundo desalento, colocou a mão na cabeça  e sentiu o grampo que prendia seu cabelo, lembrou-se então do ofício do seu pai de chaveiro e de tudo o que ele havia lhe ensinado. Só então, começou a tentar abrir aquela fechadura até conseguir à tão sonhada liberdade.
Logo após sair daquele cemitério entrou rapidamente no táxi e desapareceu.

Enviado por : Danieli de A. Gomes -  Munique Manhães - Nívea Gonçalves -  Viviane  (Turma: Geografia/ Feuc)
            Publicado por Ionára 4° Período de Letras/Literaturas.