Quem sou eu

Minha foto
Blog para apresentação de textos e desenvolvimento de práticas relacionadas à produção, manipulação, seleção, gerenciamento e divulgação de trabalhos de confecção de textos dos alunos e alunas e/ou dos materiais, projetos e pesquisas produzidos pelo Professor Dr. Erivelto Reis, mediador, orientador e coordenador das atividades desenvolvidas no Blog, que tem um caráter experimental. Esse Blog poderá conter textos em fase de confecção, em produção parcial, em processo de revisão e/ou postados por alunos em fase de adaptação à seleção de conteúdo ou produção de textos literários.

domingo, 13 de outubro de 2013

ALUNOS DA DISCIPLINA OFICINA DE PRODUÇÃO DE TEXTOS 2013.2 ESCREVEM CARTAS AOS SEUS PROFESSORES INESQUECÍVEIS

1) 
 
FEUC - Fundação Educacional Unificada Campograndense.
FIC - Faculdades Integradas Campo-Grandenses.
Luciana de Oliveira Borges – 1º Período. Ciências Sociais – noite.
 
Oficina de Produção de Textos
PROF. ERIVELTO REIS
 



Carta ao Professor.


Meu Querido Professor


       Quero descrever um professor muito querido, que ele sim, tem um grande amor pela sua profissão. Quando realizei o meu 2° grau no Colégio Estadual Professor Ivan Villon, no período da noite, ele tinha uns 80 anos, um senhor de cabelos branquinho, magro, com uma voz de locutor, que nos dias de aula dele, sempre com muita atenção, nos transmitia seu conhecimento e sempre tinha uma palavra de apoio e incentivo, chegar para estudar no período da noite é muito difícil, tinha poucos alunos que gostava de estudar.
Um dia ao conversar com ele, nos contou que dava aulas mais de 50 anos e falava o quanto era feliz em dar aula e em poder estar com os alunos, perguntei se gostaria de se aposentar?  Ele falou que ser professor era a vida dele.
E neste ano 2013, ao chegar ao shopping,o encontrei, fui até ele, que me abraçou com o mesmo carinho que tinha na escola, ele falou o quanto ficou feliz a me ver, me disse que tinha feito noventa e uns anos, não me lembro bem, mais ainda estava dando aula no mesma escola.
Meu querido professor Jose Maria, quão foi importante te conhecer e saber que ainda com o seus mais de oitenta anos que tem, ainda tem procurando mudar as pessoas não só com suas aulas, mais com o seu exemplo de pessoa e vida, sinto muito orgulho de lhe conhecer, quero sim, um dia ser uma boa formadora de opiniões, procurando transformar os seres humanos em pessoas melhores.
Obrigado meu querido professor.
Sua aluna, Luciana.




2)

FEUC-FIC
Professor: Erivelto Reis
Disciplina: Oficina de Produção de Textos.
Aluno: Lucas Barroso Ramos da Silva.
Curso: Geografia- 1° Período. NOITE




Um Grande Professor

                 Professor Rafael quando estudei, o senhor teve uma importância muito grande na minha escolha pelo magistério, além dos conhecimentos pedagógicos que adquiri durante o curso normal, o seu exemplo no pré-vestibular foi decisivo também. A facilidade que tinha de tratar os conteúdos e de forma bem humorada me marcou muito.
                 O senhor era um professor que, ao passar por nós, fazia brincadeiras e perguntava como andavam os estudos ao nos ver nos corredores e na fila do refeitório. Um professor que abraçava a turma e cuja alegria ao lecionar era perceptível, não se limitando apenas à sala de aula, o tratamento que tinha era como de um pai com seus filhos.
                 Mestre, que no dia dos professores você saiba da importância que teve e tem na sala de aula e para a nossa sociedade. Para que tenhamos um mundo melhor, precisamos de exemplos como o seu. De seu eterno aluno, Lucas, para o grande professor Rafael.


3)

FEUC-  Fundação Educacional Unificada Campograndense
FIC – Faculdades Integradas Campo-grandenses

                             Uma visão melhor para o mundo


Vivemos em um mundo que visa o capitalismo, nos deparamos em algo nosso...
Nosso aprendizado...
De uma via toda, de toda uma vida.
Professor!
Muitos por não entenderem esta dedicação, esse amor que vem do coração, tentam fazer a desvalorização, assistimos nos jornais; usarem palavras de vandalismo. Não creio que Mestres que levaram tanto tempo trabalhando para orientação, educação possam a vir a mostrar tanta falta de educação.
Venho através desta carta  deixar  meu gesto de gratidão.
Fica dica; carinho a todos os mestres, com muito prazer fazer parte da história da vida de vocês assim como fui e estou sendo  dedicada Aluna.
Todo amor, carinho e atenção  não só no dia de hoje.
Mas Eternamente!
Meu  muito obrigada!!!
                          Professor.



                              Claudia Silva Araújo
                             Ciências Sociais 




4) FEUC - Fundação Educacional Unificada Campograndese
FIC - Faculdades Integradas Campo-grandenses
Oficina de Produção de Textos
Professor: Erivelto Reis
Aluno: Cristiano Escobar Ramos 1° período de História
Carta ao professor


Para a Professora Maria Isabel

            Obrigado pela sua perseverança em ensinar a pensar, pois se sabe que o ensino reflexivo, social e político nesse país é raro. A questão de fazer pensar e refletir na sociedade, nos seus conflitos, no seu sistema político, educacional e no sistema de saúde e outras questões sociais vigentes. E a forma tão didática da senhora passar o conhecimento da História, não fazendo gravar datas e símbolos nacionais, mas fazendo pensar com a História, buscando no passado respostas ao presente.
            Por isso, já no ensino médio, me apaixonei pela área de ciências humanas, por tal paixão optei em fazer o curso de licenciatura História.
            Quando meus olhos como aluno foram abertos para a reflexão, senso crítico e cidadania isso por meio da educação, por esse motivo quero retribuir também sendo um educador e trilhar o mesmo caminho a qual a senhora trilha. A senhora soube ser uma profissional brilhante que nos passou valores que jamais podem ser esquecidos.

                                                                  Abraços do seu aluno Cristiano Escobar 


4) Minha vocação vem da história!

MONIQUE PEREIRA BARBOSA FIGUEIREDO
Texto produzido para a matéria de Oficina de Produção de Textos do Professor Erivelto Reis.
Elaborado no 1° período de Ciências Sociais – Noite.


Minha vocação vem da história!


Lembro-me muito bem do primeiro dia de aula que tive com minha amada professora de história Elisângela, como sempre, muito dedicada e atenciosa, estava sempre de bem com a vida.Ela era como uma 2° mãe para todos os seus alunos, a aula dela era instigante, aprendíamos muito com ela, pois seu jeito de ensinar sendo ela uma pessoa extrovertida motivava nós alunos querer sempre mais.
Hoje, quero ser professora e tenho como base e motivação para estudar e querer essa profissão graças a professora Elisângela que e um modelo de pessoa, mestre amiga .
Muito me revolta vê o descaso do governo com os professores . Com isso, atualmente mais de 70% dos pais não sonham que seus filhos no futuro sigam a carreira do magistério, o que muito me entristece pois, em qualquer profissão sempre há, necessidade de haver um professor para ensinar, uma vez que a educação é a base de tudo.



5)
Boa Tarde!
  Professor, segue a carta que o Senhor pediu para escrevermos para um professor(a).

Aluno: Fabio Fontes Lopes
Disciplina: Oficina de produção de Texto
Curso: BSI (3º Período)


À querida e inspiradora Senhora Ediméia.
     Em 1995, em meio à uma adolescência com os "problemas" de qualquer outro adolescente, iniciei no então chamado Segundo  Grau. Éramos, ou nos tínhamos, como mais um "bando" qualquer de jovens iniciando mais um ano letivo, como já havíamos iniciado tantos outros, mas, algo de diferente aconteceria em meio à tanta normalidade.
      Na época, o comum era os professores aplicarem um teste de mesmo peso e valor que a prova bimestral, a nota deste teste era somada à da prova, que divididas por dois, gerava a média que conseguíamos, então, como o teste não passava de uma prova com quantidade menor de matérias, estudávamos para os testes como estudávamos para as provas: decorando o conteúdo ministrado para obtermos uma nota razoável. Foi então, que a senhora, dona Ediméia, modificou naquele colégio a forma de estudarmos. Lembro que nós, os alunos, nos entreolhávamos assustados enquanto a senhora explicava o que tinha em mente: Na primeira semana de aula de cada bimestre, a senhora dedicaria à divisão da turma em grupos, sortearia para cada grupo um estilo literário, e aguardaria cada grupo dividir para cada integrante a fase do estilo estudado ou mesmo o autor que pertenceria a cada um. Concluída as divisões, seriam sorteadas as datas e horários de apresentações de cada um dos grupos. De forma que na última aula antes dos testes de cada bimestre, todos já teriam se apresentado e a senhora daria uma única aula sobre os temas apresentados até então, e o mesmo se repetiria em relação à cada uma das provas bimestrais. 
       Lembro-me que o burburinho causado pela estranheza do método foi inevitável. Como foi inevitável vermos o seu sorriso plácido, enquanto solicitava que tivéssemos calma e pensássemos nos benefícios de nós mesmos pesquisarmos sobre cada um dos temas em bibliotecas, em filmes, com outras pessoas, nas reuniões que teríamos de fazer, extra-salas de aula, nos benefícios e no valor do trabalho em grupo, etc. Lembra que a senhora informou que este método somente seria adotado se a maioria o aceitasse, deu-nos uns minutos para decidirmos enquanto ia até a sala dos professores tomar um cafezinho? 
        Usamos o tempo para o debate, e mal sabíamos que tal discussão, já era uma manifestação do seu método: ouvir a opinião do outro, ponderar as nossas próprias observações, e decidirmos todos pelo bem comum. Após demovermos uns três ou quatro exaltados de irem à secretaria queixarem-se do método, a maioria esmagadora decidiu abraçar sua proposta.
       Hoje, Dona Ediméia, eu não segui carreira literária, mas creio que esta carta te fará tão satisfeita como se eu mesmo fosse agora algum colega seu de profissão, pois nesta quero dizer-lhe que ainda hoje, seu método de ensino é parte do meu método de vida. Não há assuntos de meu interesse que eu não pesquise e avalie pra formar e expor uma opinião particular. Os pontos de vistas que não concordo, sempre ouço-os atentamente. As decisões que eu tomo, sejam na minha vida profissional, sejam na minha vida pessoal, não há uma que eu não leve em consideração o maior número de pessoas beneficiadas. Não há problemas que eu não encare como oportunidades de me superar. 
      Talvez, a senhora não saiba o quanto educou-me pra vida com aquele método de estudo. E aquele método de estudo, deixou em mim o gosto pela pesquisa, o respeito pelas estórias das coisas, a admiração pelas estórias das pessoas, e a exata noção de que independente do que estejamos exercendo pessoal ou profissionalmente, nenhum conhecimento ou qualidade se fixa tão bem em nós, quando os obtemos por nossos próprios esforços.
      Obrigado.

6) Diogo Gonçalves Siqueira - BSI - NOITE  
É professora, como o tempo passa, faz quatro anos que não se vemos, a saudade que tenho de você é tremenda. Infelizmente não temos mais contatos e já não sei por onde andas, mas uma coisa eu sei, o aprendizado que deixou comigo está presente até hoje. Quero te agradecer por tudo que fez por mim, você foi praticamente a minha segunda mãe, me aconselhando, ajudando e apoiando nos momentos mais difíceis do ensino médio e pré-vestibular. Fez com que eu fosse aprovado em uma UF em Tecnólogo em Sistemas de Computação, algo que eu sempre queria. Hoje já ingressei na área e estou cursando a segunda faculdade. Creio que se eu falasse minha trajetória até hoje, com certeza a senhora ficaria muito feliz. Porém eu sei que ainda não cheguei nem à metade do caminho, mas espero levar tudo de bom que eu aprendi com senhora, para o restante da minha vida. Beatriz, obrigado por tudo.
OFICINA DE PRODUÇÃO DE TEXTO


7)

FEUC – Fundação Educacional Unificada Campograndense.
Aluno: Fernando Gouveia da Cruz Junior.
1o Período de História
Disciplina: Produção Textual Experimental.

Rio de Janeiro, 17 de Outubro de 2013. 

Ao Mestre com louvor!
Estimada Professora Solange, de saudosa memória, como é bom e satisfatório poder escrever-lhe essa carta e poder fazer-lhe uma homenagem mesmo que póstuma. Lamento não tê-la mais em nosso convívio, pois seria muito importante e gratificante poder falar pessoalmente o quanto a Sra. foi e sempre será importante em minha vida. Se hoje sou um homem de caráter e do bem, a Sra. tem relevante participação na história da minha vida; para que a mesma fosse moldada e para que hoje eu possa estar colhendo os frutos de tudo o que eu aprendi.
Lembro-me que muitos não a compreendiam, não a valorizavam pelo seu jeito superficialmente severo e rigoroso como conduzia a escola, seus alunos e tudo que fazia, mas por trás daquela aparência, havia uma pessoa dócil e bondosa, uma profissional de alto gabarito, que se dedicava ao máximo para fazer o seu melhor e também ensinava a nós, seus alunos a serem verdadeiros cidadãos.
Hoje não mais a temos, porém o seu legado foi deixado de uma forma brilhante. Quero dedicar-me para seguir esta trajetória vitoriosa que a Sra. deixou como exemplo, por entender que somente com a educação é que seremos capazes de mudar os rumos da nossa nação, resgatando valores que nunca deviam ser deixados em segundo plano.
Professora Solange, o seu amor em ensinar foi tão grande, que me contagiou de tal forma que não vejo outro caminho profissional, a não ser o de ser um professor dedicado e comprometido, para exercer esta importante carreira que é tão desvalorizada pelas autoridades constituídas.
Encerro esta humilde carta, não cansando de enaltecer e valorizar tudo o que a Sra. foi e representou na minha vida. 

8)
Produção textual.
Professor – Erivelto Reis.
Pedagogia -2ºperíodo – manhã.
Elisangela Perim Moura
Tema: 15 de Outubro...e ai?

Professores... Formadores de cidadãos!

15 de outubro é o 288º dia do ano, nesse dia um dos profissionais mais importante em todas as sociedades, comemora seu dia, o dia dos professores, dia em que realmente deveria ser uns dos mais festejados e reconhecido pelo contrario esse e o dia em que algumas pessoas principalmente os jovens nem se lembra ou se quer saibam que existe;porque são profissionais e o formador de opinião junto a ela seus cidadãos.
Pena que hoje muitas das vezes isso não seja real; hoje em dia a nossa realidade é outra, isso se deve por causa dos valores que estão se perdendo, valores morais, sociais e educacionais, valores que estão se perdendo também por causa das desvalorizações governamentais pela classe.
Esses professores muita das vezes são agredidos verbalmente em geral em alguns casos até mesmo fisicamente; acabam se decepcionando se oprimindo e largando seu cargo infelizmente essa é a nossa triste realidade.
Mas hoje estamos aqui para falar dessa profissão tão importante e que merece todo o mérito do mundo por acabar se envolvendo em alguns casos com seus alunos além de sala de aula.
...Parabéns a todos os mestres! 


9)

Aluna : Andreia de Souza da Silva
Curso: Pedagogia – 2º período - Manhã


UM MINUTO DE SILÊNCIO


Quando se pensa no Dia 15 de outubro a primeira reação que temos é de fazer um minuto de silêncio para um dia de reflexão, análise, protestos, indignação, desvalorização, pelo declínio de uma das profissões mais nobres, que assume o papel perante a sociedade de formação do futuro, desenvolve o presente e esclarece sobre o passado. 
De fato, o ato de educar está em declínio desde a evasão de cursos de licenciatura ao o sonho da menina que nas suas brincadeiras desejava ser professora quando crescesse, desde as chamadas "vaquinhas" organizadas pelas  mães-representantes para comprar um perfume, um buquê de flores ou relógios nas festa em sala de aula para o professor ou professora, pois diante de baixos salários, condições indignas de trabalho, matérias didáticos defasados, e falta de reciclagem , professores ao invés de estarem em sala de aula participando e comemorando o seu dia como em outros tempos, vão as ruas lutar e reivindicar por seus direitos e por uma revolução educacional.
Dentre os fatores apresentados, podemos destacar que sem educação não há futuro e não há democracia se não houver educação pois ela é a solução para quase tudo e parece que essa falta de investimento no sistema educacional vem dos poderosos que enxergam como perigo e ameaça e temem em converter indivíduos dependentes em cidadãos conscientes, exigentes, críticos, argumentativos e libertos que argumentarão e que se recusam a ser conduzidos; que abominam os inúmeros "assistencialismos". 
 A reflexão sobre desvalorização do professor fica clara com inúmeros protestos, manifestações e greves onde quem sofre os prejuízos não os alunos e a educação.
Há, entretanto, a omissão de pais e familiares que agridem o educador quando não concordam com uma queixa de uma indisciplina de seus filhos, relatório do professor ou não compreendem a sua prática de educar. 
Um minuto de silêncio é pouco para repensarmos como era valorizado a autoridade, a confiança do ato do professor, e contrapor aos tempos atuais em que, em manifestações, infelizmente solicitamos rigor e mudança nas legislação para punição de atos de violência, contra o educador, por pais e alunos , onde quem educa pede proteção aos órgãos que legisla para que possam educar .
Pela observação dos aspectos analisados é imprescindível que toda a sociedade seja conscientizada de que não podemos nos omitir em relação à educação, e sim, lutar, acreditar e ter esperança de uma educação gratuita e libertadora de qualidade para todos. 


 10)
Nome: Claudia Santos
Pedagogia 2°período
Professor: Erivelto
Rio de Janeiro 16 de Outubro 2013


PRODUÇÃO TEXTUAL
EXPRESSÃO ORAL E ESCRITA
15 DE OUTUBRO... E AI?

“PROFESSOR, DIGNIDADE E RESPEITO”


15 de Outubro dia dos professores. Dia em que festejamos e homenageamos nossos professores e mestres. Eles e que nos ensina e orienta em sala de aula.
Mas infelizmente para alguns professores foi um dia de guerra e tristeza. Guerra por seus direitos e salários melhores e dignos. Tristeza por não está sendo tratados com respeito por nossos governantes e autoridades.
Professor, mestres ou até mesmo tia quando começamos a estudar. Cada um de nós tem uma maneira de expressar. Professores nosso exemplo. Através deles aprendemos a ler a pesquisar e estudar, mas. Através dos nossos professores teremos, mas conhecimentos e entendimentos.
15 de Outubro será sempre um dia de comemoração, pois é dia dos professores.Vamos lutar,vamos unir as nossas forças por cada professor.Só seremos alguém na vida por que eles existem,os professores.Não nascemos sabendo tudo,do mas rico ao pobre.Se não tivermos os professores,seremos pessoas sem estudo e conhecimento.
15 de Outubro dia dos professores, parabéns a todos os professores do mundo. 


11)
Aluna: Joelma Fernandes Silva de Oliveira
Curso: Pedagogia
Turno: Manhã
Período: 2



Educação em segundo plano



Com incessantes lutas, a mais de dois meses, os professores reivindicam condições melhores de trabalho com a mudança do plano de cargo e com melhores condições de salários, de recursos, de infraestrutura, de apoio e respeito.
Não é de hoje que o professor vem sofrendo com o descaso dos governantes e até mesmo da sociedade. Como construir uma educação de qualidade, se deixamos a margem o principal personagem para se criar esta possibilidade? Empurrar a educação com a barriga não vai amenizar os transtornos que se criam por falta desta.
Os professores são a base da construção de um indivíduo, não se pode simplesmente ocultar essa formação. Temos que incentiva-los para que possam nos incentivar, temos que apoia-los para quando precisarmos teremos em quem nos apoiar. Ser professor é uma tarefa árdua e que precisa ser respeitada.
A luta por melhorias e por mais reconhecimento só esta crescendo, os professores estão ficando cada vez mais indignados com a falta de interesse que é depositada em sua formação. A revolta e os protestos são só o começo de reivindicações para mudar esse país, que em sua maioria da mais valor ao dinheiro do que a própria educação.


12)

Aluno: Victor Vinicius Lima
Curso: Matemática 2º período
Tema: 15 de outubro... E ai?

O tema oferecido nos deixa um questionamento, 15 de outubro... E ai? Dia dos professores... E ai? E ai? A data em que o professor é lisonjeado pelo seu trabalho, onde recebem presentes de seus alunos e comemorações entre si. Mais será que o professor é tão valorizado o quanto receber uma data do ano para sua “comemoração”?
O professor é, e sempre vai ter um grande valor para nossa sociedade, pena que, nem todos reconhecem isso, o professor tem sido desvalorizado diante de outras profissões. Numa pesquisa feita pelo jornal EXTRA diz que 63% dos pais não querem que os seus filhos sejam professor.
Existem seus pontos positivos e negativos para quem é, e quem quer ser professor, da mesma forma quem é um bombeiro, engenheiro, delegado e etc. Mais infelizmente visam muito que ganhar ou o quanto vão ganhar na profissão, pois o professor tem essa “fama” trabalha muito e ganha pouco. Nesse ano de 2013 houve um deslocamento e a união dos professores lutando por seus direitos, querendo ser mais valorizados, tanto profissionalmente quando financeiramente e realmente o piso salarial do professor não é o quanto ele merece ganhar devido ao trabalho que ele tem em sua profissão.
Enquanto os críticos perguntam “por que você quer ser professor se ganha tão pouco?”. Às vezes esquece-se de priorizar que antes de nós escolhermos uma profissão, devemos escolher o que nós gostamos de fazer. O professor só não gosta do que faz ele ama mais tudo tem seu tempo, e o professor já deu seu tempo, e ele quer ser mais valorizado e essas mobilizações não acabaram estão apenas começando. 


13)

PRODUÇÃO TEXTUAL
Suzana de Oliveira
Pedagogia – 2º período – manhã
Tema: 15 de outubro... e aí?





Outubro um mês especial
Outubro é um mês muito especial, pois comemora-se duas datas muito importantes, o dia das crianças e o dia dos professores. Crianças e professores, até no mês da comemoração estão ligados, mas não basta só serem lembrados no calendário, pois ser professor é ir muito além de ensinar, é praticar a educação no meio da sociedade, é transformar crianças em verdadeiros cidadãos.
O professor deveria ganhar um salário mais digno, ser respeitado, pois é através dos educadores que construímos grandes profissionais, mas, infelizmente, não é assim, a realidade é outra em nosso país. Aqui os professores sofrem e apanham de policiais só porque lutam por uma educação mais digna e não concordam com o sistema de ensino que o governo impõem. Afinal, somos mesmo um país democrático? Tenho certeza que não. Cadê a democracia do nosso país? Os professores só querem ser ouvidos e mudar esse sistema de ensino, pois a educação está em greve há muito tempo.
Essa luta não é só dos professores, é nossa também. Afinal é o futuro de nossas crianças que está em risco e enquanto a população não entender isso fica difícil esse processo de transformação. É preciso acordar o Brasil, pois esse papel também é nosso. Precisamos nos unir para alcançarmos a transformação da educação brasileira.


14)
Domênico Zambrano

15 De outubro ... e ai?

O que queremos da Educação?

O que temos e queremos da nossa sociedade em relação à educação. Manter o modelo atual ou fazer mudanças no modo em que isso e aplicado hoje, ou simplesmente se manter apático ao que esta acontecendo, sem expor que realmente queremos para nosso geração e para as futuras gerações, temos que mostrar que não estamos satisfeitos com o que colocado hoje para a educação do Pais.
Será que do modo que a educação e apresentado hoje e suficiente para termos um futuro melhor e de perspectivas de crescimento intelectual e cientifico. A sociedade esta satisfeita com isso. E os valores que cultivamos hoje? São valores que queremos, ou estão sendo impostos para mantermos inertes aos acontecimentos, será que novas ideias são aceitas ou serão vistas como uma afronta ao que já temos.
Temos e que repensar tudo sempre, pois a historia nos mostra que não temos como manter um padrão por muitos anos, as pessoas evoluem, e com a evolução querem mas e procuram por isso, e o modo como vivemos hoje mostra isso. Estamos sempre na busca de coisas novas, estamos sempre querendo respostas pra tudo e buscando solução para tudo, não aceitamos ficar sem saber as respostas do “por quê?”.
Por isso a educação e muito importante, sem o conhecimento não temos como evoluir como seres pensantes que somos, estaríamos ate hoje vivendo nas cavernas. Temos o direito e o dever de ter e dar educação e conhecimento de qualidade, independente de situação financeira e social, essas desigualdades acabam por transformar as pessoas, e isso não traz benefícios, só aumenta a desigualdade cultural e o abismos sócio cultural de nosso Pais. Que esse 15 de outubro traga mudanças.

 15)
Nome: Gilton Carlos de Paula Nunes.
Curso: BSI
3° Período
Professor: Erivelto Reis.



Tema: 15 de Outubro... e daí

É questão de amor para hoje em dia ser professor!


O dia do professor é uma data para lembrarmos o quanto é importante esse profissional. Desde pequenos que temos contato com seres que se formaram para exercer uma função tão nobre que é alfabetizar, ensinar tudo aquilo que aprenderam e mais um pouco.
Para ser tornar um excelente profissional, ou melhor, para ser um excepcional professor não basta somente ensinar, mas nos dias atuais, tem que amar o que se faz para mudar essa situação tão lamentável e covarde em que está a educação do nosso país.
Porque não basta ser professor, mais amar ser um. Pois a triste realidade que os professores enfrentam é de sofrerem com salários indignos, exercer uma função que não compete aos mesmos, que é educar algumas crianças, adolescentes, e até mesmo adultos que falam palavras que machucam, ameaçam, agridem etc. E mesmos assim eles têm que estar a cada dia ser dedicando, se empenhando para prestar um serviço de qualidade para a educação do nosso país.
Hoje em dia, há as desvalorizações até mesmo por profissionais que não fazem parte do magistério menosprezam essa função tão linda.  Lembrem-se de que os médicos, engenheiros e principalmente os governantes que para os mesmos chegarem aonde chegaram precisaram dos professores para ensiná-los.
Se devemos ou não discutir quem tem que ter o melhor salário ou disse qual é a melhor profissão, diria: "o melhor é o professor! O melhor é o professor! O melhor é o professor!" Pois sem eles, não se formariam outras profissões.
Pois é uma questão de muito amor para ser um professor que faz a diferença. Meu amado professor tu não estás sozinho, nós alunos estaremos sempre contigo retribuindo esse grande amor.
Parabéns, e um feliz dia do professores, que Deus continue dando forças para a cada dia exerçam o dom que Jesus lhes deu.












Aluno Gilton Carlos de Paula Nunes do Curso de BSI escreve texto crítico sobre crônica de Fernando Sabino


Nome: Gilton Carlos de Paula Nunes.
Curso: BSI
3° Período
Professor: Erivelto Reis.
Turno: Manhã
Expressão Oral e Escrita



Poema: “O último poema”.

Exercícios acerca do poema

1) Quem é o autor do poema? Manuel Bandeira.

2) O conhecimento do poema modificou ao entendimento do crônica?

       O conhecimento do poema não modificou meu entendimento, pois os dois autores  expressam nos seus textos diversos sentimentos o grande desejo de encontrar algo simples e de suma importância no cotidiano. E os mesmos estavam em busca de encontrarem na simplicidade e nos gestos menores a essência da vida.
        O autor da crônica, Fernando Sabino relata que no caminho de casa entrou num botequim e viu, numa mesa ao fundo do estabelecimento, uma família humilde na maneira de vestir, mas com as suas roupas limpas amparada pelo pai que não tinha muitos recursos financeiros, mas que não ser importou com isso e mesmo assim lembrou-se do aniversário da sua filhinha e comemorava cantando parabéns com muita felicidade e o pai ficou muito satisfeito com o seu gesto de amor não só para com a sua filhinha, mas com toda a família e expressar a sua alegria e satisfação com um lindo sorriso em sua boca.
       Creio que isso mostrou para o autor e para todos nos leitores uma grande lição: que dos pequenos valores lembrados constroem-se grandes poemas e crônicas e, principalmente, uma vida agradável, cheia de amor e alegria.


 PARA ILUSTRAR O COMENTÁRIO:



A ÚLTIMA CRÔNICA
Fernando Sabino
Fonte: http://www.releituras.com/i_samuel_fsabino.asp


A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever.

A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: "assim eu quereria o meu último poema". Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.

Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.
Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho -- um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular.
A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.

São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: "parabéns pra você, parabéns pra você..." Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura — ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido — vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.

Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.

Texto extraído do livro
"A Companheira de Viagem", Editora do Autor - Rio de Janeiro, 1965, pág. 174.


O ÚLTIMO POEMA
Manuel Bandeira

Fonte: http://www.releituras.com/mbandeira_ultimo.asp

Assim eu quereria meu último poema
Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais
Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas
Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume
A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos
A paixão dos suicidas que se matam sem explicação.


Com esses versos homenageamos o poeta
Manuel Bandeira na passagem dos 40 anos de seu falecimento (13/10/1968).


Poema extraído do livro " Manuel Bandeira — 50 poemas escolhidos pelo autor", Ed. Cosac Naify – São Paulo, 2006, p.35.


Aluna Tamires Gomes produz texto sobre o filme O carteiro e o Poeta


Aluna : Tamires Gomes
Período: 2 º 
MATEMÁTICA
DISCIPLINA : EXPRESSÃO ORAL E ESCRITA
TURNO: MANHÃ
PROFESSOR: Erivelto Reis 

O carteiro e o poeta

     É uma história muita bonita, sobre um simples homem que decide trabalhar como carteiro e fica encarregado de entregar as correspondências ao grande poeta Pablo Neruda. Com isso cresce uma grande amizade entre os dois. Pablo Neruda ajuda o carteiro a conquistar a sua amada, pois era muito tímido, os dois tornam-se grandes amigos de verdade. Uma amizade tão linda. 
    O carteiro fica encantado com sua amada e ela por ele, com isso sua amada acaba ficando grávida e resolvem se casar e o carteiro insiste que o poeta será o padrinho. Mas o poeta anuncia a sua viagem de volta ao seu país, dizendo que nunca esquecerá de seu amigo carteiro, meses se passam e o poeta não mandava nenhuma correspondência para o carteiro, que não sentia raiva do amigo só por causa disso,  pois ele dizia que quem sempre pedia ajuda era ele, que o poeta só o ajudou e não teria essa obrigação. O carteiro aprendeu muitas coisas com o poeta: entre elas, muitas metáforas. Ele não tinha muito estudo,  mas tudo entendia sobre o que estava acontecendo politicamente em seu país, ninguém o enrolava.
        O carteiro se envolve com a política, pois estava defendendo os seus direitos e em um dia que o chamaram dizer um poema seu em um comício, e capangas de um político inescrupuloso o agrediram e assim uma história triste acontece: o carteiro é morto de tanto apanhar. Seu filho se chamou Pablo como o nome do poeta que, depois de alguns anos, volta para ver o seu amigo mas não o encontra.  
        O poeta anda pela ilha em que o carteiro antes de morrer fez uma gravação para dizer como era a famosa ilha da Itália. O filme mostra uma linda história de amizade, e que um humilde carteiro pode ter vários conhecimentos.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

ALUNOS DA DISCIPLINA EXPRESSÃO ORAL E ESCRITA 2013.2 - MANHÃ APRESENTAM SEUS NOVOS TEXTOS



1

FEUC - Fundação Educacional Unificada Campo-Grandense.
FIC - Faculdades Integradas Campo-Grandenses.
Luís Guilherme Rasch Oliveira – 3º Período. BSI – Manhã.

Expressão oral e escrita.
PROF. ERIVELTO REIS

Dissertação sobre o tema: “Para o Brasil mudar falta...”.

Brasil, o país que não precisa de mais nada.

Um país que tem tudo. O que mais pode precisar um país como o Brasil? Um país é feito principalmente pelo seu povo, que tem um imenso poder de trilhar o rumo do futuro de sua pátria. Do que ainda pode necessitar um país como esse? Lindo, extenso e com recursos de sobra, é difícil acreditar que num lugar assim ainda haja tanto sofrimento e desigualdade entre os seus compatriotas. O Brasil deveria aparecer para o mundo impondo o respeito que uma nação apaixonada tem por seu país e o amor que se tem pelo próximo, o povo brasileiro de fato acordou para as mudanças de que seu país tem que sofrer. Só que ainda falta muito mais que isso para que os resultados realmente possam aparecer. Tecnicamente pode-se dizer que o Brasil necessita de uma grande reforma político-administrativa em toda sua gestão, desde o principio da hipocrisia governamental, onde as leis voltam-se ao lado teórico e não ao prático de suas consequências ao correto investimento de seus lucros, como por exemplo, nas áreas do conhecimento cientifico e da educação e também a necessidade da redução da carga tributaria e dos salários dos políticos brasileiros. Estes são com toda certeza pontos que tem que ser corrigidos no nosso país, porém não é tudo de que ele necessita. O que tanto o Brasil quanto qualquer outro país precisa ter é amor, amor por parte dos seus representantes para que possam zelar pela população, ter amor com as crianças, que são o futuro do nosso país. Ter a atenção da população voltada para o futuro de sua nação. Ter opinião própria, ter a capacidade de refletir sobre o que realmente acontece em seu país, ter voz crítica quando acha que deve se manifestar. O Brasil já tem tudo o que precisa para ser um país melhor, só falta querermos que ele mude e apenas nos resta por a mão na massa para ver as mudanças ocorrerem, só falta a atitude de todos os brasileiros, pois muitos já acordaram, mas ainda faltam muitos para acordar, o Brasil precisa muito do Brasil, melhor ainda precisa muito dos brasileiros.


2
Rogéria Freitas de Souza
Curso: Pedagogia
2º semestre
Expressão oral e escrita.
PROF. ERIVELTO REIS

Quem disse que o crime não compensa?




Embora o Brasil ocupe um dos melhores lugares no ranking da economia mundial, para melhorar falta acabar com esse mal que assola o país do Oiapoque ao Chuí, a corrupção. Ultimamente ela parece estar se generalizando, atuando, não só no meio político, como também nos demais segmentos da sociedade, graças à impunidade.
Entretanto, é público e notório que, desde os períodos colonial e imperial, a impunidade faz-se presente no país, fato que pode ser comprovado através de relatos e documentos oficiais. Dificilmente, tanto antes como agora, será colocado no banco dos réus e, muito menos ainda, será punido um homem rico e influente.
Escândalos, propinas, viagens, licitações ilícitas, enfim, todo tipo de abuso com o dinheiro público que é usado, não para o bem de todos, mas para enriquecimento e proveito pessoal de alguns.
São vários os fatores que contribuem para que os corruptos não sejam punidos, porém, acima de tudo, está a falta de controle e o desinteresse por parte da população.
Como a ocasião faz o ladrão e, por estas bandas não há punição, a máxima: o crime não compensa parece não se aplicar ao Brasil.



sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Poema: Juca Pirama - Gonçalves Dias


I-Juca Pirama


No meio das tabas de amenos verdores,
Cercadas de troncos - cobertos de flores,
Alteiam-se os tetos d’altiva nação;
São muitos seus filhos, nos ânimos fortes,
Temíveis na guerra, que em densas coortes
Assombram das matas a imensa extensão.
São rudos, severos, sedentos de glória,
Já prélios incitam, já cantam vitória,
Já meigos atendem à voz do cantor:
São todos Timbiras, guerreiros valentes!
Seu nome lá voa na boca das gentes,
Condão de prodígios, de glória e terror!
As tribos vizinhas, sem forças, sem brio,
As armas quebrando, lançando-as ao rio,
O incenso aspiraram dos seus maracás:
Medrosos das guerras que os fortes acendem,
Custosos tributos ignavos lá rendem,
Aos duros guerreiros sujeitos na paz.
No centro da taba se estende um terreiro,
Onde ora se aduna o concílio guerreiro
Da tribo senhora, das tribos servis:
Os velhos sentados praticam d’outrora,
E os moços inquietos, que a festa enamora,
Derramam-se em torno dum índio infeliz.
Quem é? - ninguém sabe: seu nome é ignoto,
Sua tribo não diz: - de um povo remoto
Descende por certo - dum povo gentil;
Assim lá na Grécia ao escravo insulano
Tornavam distinto do vil muçulmano
As linhas corretas do nobre perfil.
Por casos de guerra caiu prisioneiro
Nas mãos dos Timbiras: - no extenso terreiro
Assola-se o teto, que o teve em prisão;
Convidam-se as tribos dos seus arredores,
Cuidosos se incubem do vaso das cores,
Dos vários aprestos da honrosa função.
Acerva-se a lenha da vasta fogueira
Entesa-se a corda da embira ligeira,
Adorna-se a maça com penas gentis:
A custo, entre as vagas do povo da aldeia
Caminha o Timbira, que a turba rodeia,
Garboso nas plumas de vário matiz.
Em tanto as mulheres com leda trigança,
Afeitas ao rito da bárbara usança,
índio já querem cativo acabar:
A coma lhe cortam, os membros lhe tingem,
Brilhante enduape no corpo lhe cingem,
Sombreia-lhe a fronte gentil canitar,

II

Em fundos vasos d’alvacenta argila
Ferve o cauim;
Enchem-se as copas, o prazer começa,
Reina o festim.
O prisioneiro, cuja morte anseiam,
Sentado está,
O prisioneiro, que outro sol no ocaso
Jamais verá!
A dura corda, que lhe enlaça o colo,
Mostra-lhe o fim
Da vida escura, que será mais breve
Do que o festim!
Contudo os olhos d’ignóbil pranto
Secos estão;
Mudos os lábios não descerram queixas
Do coração.
Mas um martírio , que encobrir não pode,
Em rugas faz
A mentirosa placidez do rosto
Na fronte audaz!
Que tens, guerreiro? Que temor te assalta
No passo horrendo?
Honra das tabas que nascer te viram,
Folga morrendo.
Folga morrendo; porque além dos Andes
Revive o forte,
Que soube ufano contrastar os medos
Da fria morte.
Rasteira grama, exposta ao sol, à chuva,
Lá murcha e pende:
Somente ao tronco, que devassa os ares,
O raio ofende!
Que foi? Tupã mandou que ele caísse,
Como viveu;
E o caçador que o avistou prostrado
Esmoreceu!
Que temes, ó guerreiro? Além dos Andes
Revive o forte,
Que soube ufano contrastar os medos
Da fria morte.

III

Em larga roda de novéis guerreiros
Ledo caminha o festival Timbira,
A quem do sacrifício cabe as honras,
Na fronte o canitar sacode em ondas,
O enduape na cinta se embalança,
Na destra mão sopesa a iverapeme,
Orgulhoso e pujante. - Ao menor passo
Colar d’alvo marfim, insígnia d’honra,
Que lhe orna o colo e o peito, ruge e freme,
Como que por feitiço não sabido
Encantadas ali as almas grandes
Dos vencidos Tapuias, inda chorem
Serem glória e brasão d’imigos feros.
"Eis-me aqui", diz ao índio prisioneiro;
"Pois que fraco, e sem tribo, e sem família,
"As nossas matas devassaste ousado,
"Morrerás morte vil da mão de um forte."
Vem a terreiro o mísero contrário;
Do colo à cinta a muçurana desce:
"Dize-nos quem és, teus feitos canta,
"Ou se mais te apraz, defende-te." Começa
O índio, que ao redor derrama os olhos,
Com triste voz que os ânimos comove.

IV

Meu canto de morte,
Guerreiros, ouvi:
Sou filho das selvas,
Nas selvas cresci;
Guerreiros, descendo
Da tribo tupi.
Da tribo pujante,
Que agora anda errante
Por fado inconstante,
Guerreiros, nasci;
Sou bravo, sou forte,
Sou filho do Norte;
Meu canto de morte,
Guerreiros, ouvi.
Já vi cruas brigas,
De tribos imigas,
E as duras fadigas
Da guerra provei;
Nas ondas mendaces
Senti pelas faces
Os silvos fugaces
Dos ventos que amei.
Andei longes terras
Lidei cruas guerras,
Vaguei pelas serras
Dos vis Aimoréis;
Vi lutas de bravos,
Vi fortes - escravos!
De estranhos ignavos
Calcados aos pés.
E os campos talados,
E os arcos quebrados,
E os piagas coitados
Já sem maracás;
E os meigos cantores,
Servindo a senhores,
Que vinham traidores,
Com mostras de paz.
Aos golpes do imigo,
Meu último amigo,
Sem lar, sem abrigo
Caiu junto a mi!
Com plácido rosto,
Sereno e composto,
O acerbo desgosto
Comigo sofri.
Meu pai a meu lado
Já cego e quebrado,
De penas ralado,
Firmava-se em mi:
Nós ambos, mesquinhos,
Por ínvios caminhos,
Cobertos d’espinhos
Chegamos aqui!
O velho no entanto
Sofrendo já tanto
De fome e quebranto,
Só qu’ria morrer!
Não mais me contenho,
Nas matas me embrenho,
Das frechas que tenho
Me quero valer.
Então, forasteiro,
Caí prisioneiro
De um troço guerreiro
Com que me encontrei:
O cru dessossêgo
Do pai fraco e cego,
Enquanto não chego
Qual seja, - dizei!
Eu era o seu guia
Na noite sombria,
A só alegria
Que Deus lhe deixou:
Em mim se apoiava,
Em mim se firmava,
Em mim descansava,
Que filho lhe sou.
Ao velho coitado
De penas ralado,
Já cego e quebrado,
Que resta? - Morrer.
Enquanto descreve
O giro tão breve
Da vida que teve,
Deixai-me viver!
Não vil, não ignavo,
Mas forte, mas bravo,
Serei vosso escravo:
Aqui virei ter.
Guerreiros, não coro
Do pranto que choro:
Se a vida deploro,
Também sei morrer.

V

Soltai-o! - diz o chefe. Pasma a turba;
Os guerreiros murmuram: mal ouviram,
Nem pode nunca um chefe dar tal ordem!
Brada segunda vez com voz mais alta,
Afrouxam-se as prisões, a embira cede,
A custo, sim; mas cede: o estranho é salvo.
Timbira, diz o índio enternecido,
Solto apenas dos nós que o seguravam:
És um guerreiro ilustre, um grande chefe,
Tu que assim do meu mal te comoveste,
Nem sofres que, transposta a natureza,
Com olhos onde a luz já não cintila,
Chore a morte do filho o pai cansado,
Que somente por seu na voz conhece.
- És livre; parte.
- E voltarei.
- Debalde.
- Sim, voltarei, morto meu pai.
- Não voltes!
É bem feliz, se existe, em que não veja,
Que filho tem, qual chora: és livre; parte!
- Acaso tu supões que me acobardo,
Que receio morrer!
- És livre; parte!
- Ora não partirei; quero provar-te
Que um filho dos Tupis vive com honra,
E com honra maior, se acaso o vencem,
Da morte o passo glorioso afronta.
- Mentiste, que um Tupi não chora nunca,
E tu choraste!... parte; não queremos
Com carne vil enfraquecer os fortes.
Sobresteve o Tupi: - arfando em ondas
O rebater do coração se ouvia
Precípite. - Do rosto afogueado
Gélidas bagas de suor corriam:
Talvez que o assaltava um pensamento...
Já não... que na enlutada fantasia,
Um pesar, um martírio ao mesmo tempo,
Do velho pai a moribunda imagem
Quase bradar-lhe ouvia: - Ingrato! Ingrato!
Curvado o colo, taciturno e frio.
Espectro d’homem, penetrou no bosque!

VI

- Filho meu, onde estás?
- Ao vosso lado;
Aqui vos trago provisões; tomai-as,
As vossas forças restaurai perdidas,
E a caminho, e já!
- Tardaste muito!
Não era nado o sol, quando partiste,
E frouxo o seu calor já sinto agora!
- Sim demorei-me a divagar sem rumo,
Perdi-me nestas matas intrincadas,
Reaviei-me e tornei; mas urge o tempo;
Convém partir, e já!
- Que novos males
Nos resta de sofrer? - que novas dores,
Que outro fado pior Tupã nos guarda?
- As setas da aflição já se esgotaram,
Nem para novo golpe espaço intacto
Em nossos corpos resta.
- Mas tu tremes!
- Talvez do afã da caça....
- Oh filho caro!
Um quê misterioso aqui me fala,
Aqui no coração; piedosa fraude
Será por certo, que não mentes nunca!
Não conheces temor, e agora temes?
Vejo e sei: é Tupã que nos aflige,
E contra o seu querer não valem brios.
Partamos!... -
E com mão trêmula, incerta
Procura o filho, tacteando as trevas
Da sua noite lúgubre e medonha.
Sentindo o acre odor das frescas tintas,
Uma idéia fatal ocorreu-lhe à mente...
Do filho os membros gélidos apalpa,
E a dolorosa maciez das plumas
Conhece estremecendo: - foge, volta,
Encontra sob as mãos o duro crânio,
Despido então do natural ornato!...
Recua aflito e pávido, cobrindo
Às mãos ambas os olhos fulminados,
Como que teme ainda o triste velho
De ver, não mais cruel, porém mais clara,
Daquele exício grande a imagem viva
Ante os olhos do corpo afigurada.
Não era que a verdade conhecesse
Inteira e tão cruel qual tinha sido;
Mas que funesto azar correra o filho,
Ele o via; ele o tinha ali presente;
E era de repetir-se a cada instante.
A dor passada, a previsão futura
E o presente tão negro, ali os tinha;
Ali no coração se concentrava,
Era num ponto só, mas era a morte!
- Tu prisioneiro, tu?
- Vós o dissestes.
- Dos índios?
- Sim.
- De que nação?
- Timbiras.
- E a muçurana funeral rompeste,
Dos falsos manitôs quebrastes maça...
- Nada fiz... aqui estou.
- Nada! -
Emudecem;
Curto instante depois prossegue o velho:
- Tu és valente, bem o sei; confessa,
Fizeste-o, certo, ou já não fôras vivo!
- Nada fiz; mas souberam da existência
De um pobre velho, que em mim só vivia....
- E depois?...
- Eis-me aqui.
- Fica essa taba?
- Na direção do sol, quando transmonta.
- Longe?
- Não muito.
- Tens razão: partamos.
- E quereis ir?...
- Na direção do acaso.

VII

"Por amor de um triste velho,
Que ao termo fatal já chega,
Vós, guerreiros, concedestes
A vida a um prisioneiro.
Ação tão nobre vos honra,
Nem tão alta cortesia
Vi eu jamais praticada
Entre os Tupis, - e mas foram
Senhores em gentileza.
"Eu porém nunca vencido,
Nem nos combates por armas,
Nem por nobreza nos atos;
Aqui venho, e o filho trago.
Vós o dizeis prisioneiro,
Seja assim como dizeis;
Mandai vir a lenha, o fogo,
A maça do sacrifício
E a muçurana ligeira:
Em tudo o rito se cumpra!
E quando eu for só na terra,
Certo acharei entre os vossos,
Que tão gentis se revelam,
Alguém que meus passos guie;
Alguém, que vendo o meu peito
Coberto de cicatrizes,
Tomando a vez de meu filho,
De haver-me por se ufane!"
Mas o chefe dos Timbiras,
Os sobrolhos encrespando,
Ao velho Tupi guerreiro
Responde com tôrvo acento:
- Nada farei do que dizes:
É teu filho imbele e fraco!
Aviltaria o triunfo
Da mais guerreira das tribos
Derramar seu ignóbil sangue:
Ele chorou de cobarde;
Nós outros, fortes Timbiras,
Só de heróis fazemos pasto. -
Do velho Tupi guerreiro
A surda voz na garganta
Faz ouvir uns sons confusos,
Como os rugidos de um tigre,
Que pouco a pouco se assanha!

VIII

"Tu choraste em presença da morte?
Na presença de estranhos choraste?
Não descende o cobarde do forte;
Pois choraste, meu filho não és!
Possas tu, descendente maldito
De uma tribo de nobres guerreiros,
Implorando cruéis forasteiros,
Seres presa de via Aimorés.
"Possas tu, isolado na terra,
Sem arrimo e sem pátria vagando,
Rejeitado da morte na guerra,
Rejeitado dos homens na paz,
Ser das gentes o espectro execrado;
Não encontres amor nas mulheres,
Teus amigos, se amigos tiveres,
Tenham alma inconstante e falaz!
"Não encontres doçura no dia,
Nem as cores da aurora te ameiguem,
E entre as larvas da noite sombria
Nunca possas descanso gozar:
Não encontres um tronco, uma pedra,
Posta ao sol, posta às chuvas e aos ventos,
Padecendo os maiores tormentos,
Onde possas a fronte pousar.
"Que a teus passos a relva se torre;
Murchem prados, a flor desfaleça,
E o regato que límpido corre,
Mais te acenda o vesano furor;
Suas águas depressa se tornem,
Ao contacto dos lábios sedentos,
Lago impuro de vermes nojentos,
Donde fujas com asco e terror!
"Sempre o céu, como um teto incendido,
Creste e punja teus membros malditos
E oceano de pó denegrido
Seja a terra ao ignavo tupi!
Miserável, faminto, sedento,
Manitôs lhe não falem nos sonhos,
E do horror os espectros medonhos
Traga sempre o cobarde após si.
"Um amigo não tenhas piedoso
Que o teu corpo na terra embalsame,
Pondo em vaso d’argila cuidoso
Arco e frecha e tacape a teus pés!
Sê maldito, e sozinho na terra;
Pois que a tanta vileza chegaste,
Que em presença da morte choraste,
Tu, cobarde, meu filho não és."

IX

Isto dizendo, o miserando velho
A quem Tupã tamanha dor, tal fado
Já nos confins da vida reservada,
Vai com trêmulo pé, com as mãos já frias
Da sua noite escura as densas trevas
Palpando. - Alarma! alarma! - O velho pára!
O grito que escutou é voz do filho,
Voz de guerra que ouviu já tantas vezes
Noutra quadra melhor. - Alarma! alarma!
- Esse momento só vale a pagar-lhe
Os tão compridos trances, as angústias,
Que o frio coração lhe atormentaram
De guerreiro e de pai: - vale, e de sobra.
Ele que em tanta dor se contivera,
Tomado pelo súbito contraste,
Desfaz-se agora em pranto copioso,
Que o exaurido coração remoça.
A taba se alborota, os golpes descem,
Gritos, imprecações profundas soam,
Emaranhada a multidão braveja,
Revolve-se, enovela-se confusa,
E mais revolta em mor furor se acende.
E os sons dos golpes que incessantes fervem,
Vozes, gemidos, estertor de morte
Vão longe pelas ermas serranias
Da humana tempestade propagando
Quantas vagas de povo enfurecido
Contra um rochedo vivo se quebravam.
Era ele, o Tupi; nem fora justo
Que a fama dos Tupis - o nome, a glória,
Aturado labor de tantos anos,
Derradeiro brasão da raça extinta,
De um jacto e por um só se aniquilasse.
- Basta! Clama o chefe dos Timbiras,
- Basta, guerreiro ilustre! Assaz lutaste,
E para o sacrifício é mister forças. -
O guerreiro parou, caiu nos braços
Do velho pai, que o cinge contra o peito,
Com lágrimas de júbilo bradando:
"Este, sim, que é meu filho muito amado!
"E pois que o acho enfim, qual sempre o tive,
"Corram livres as lágrimas que choro,
"Estas lágrimas, sim, que não desonram."

X

Um velho Timbira, coberto de glória,
Guardou a memória
Do moço guerreiro, do velho Tupi!
E à noite, nas tabas, se alguém duvidava
Do que ele contava,
Dizia prudente: - "Meninos, eu vi!
"Eu vi o brioso no largo terreiro
Cantar prisioneiro
Seu canto de morte, que nunca esqueci:
Valente, como era, chorou sem ter pejo;
Parece que o vejo,
Que o tenho nest’hora diante de mi.
"Eu disse comigo: Que infâmia d’escravo!
Pois não, era um bravo;
Valente e brioso, como ele, não vi!
E à fé que vos digo: parece-me encanto
Que quem chorou tanto,
Tivesse a coragem que tinha o Tupi!"
Assim o Timbira, coberto de glória,
Guardava a memória
Do moço guerreiro, do velho Tupi.
E à noite nas tabas, se alguém duvidava
Do que ele contava,
Tornava prudente: "Meninos, eu vi!".
FIM

quinta-feira, 1 de agosto de 2013